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  • Guy de Maupassant e seu Bel Ami


    Henry René Albert Guy de Maupassant foi um escritor francês pertencente à corrente realista (e muito particularmente à emergente corrente naturalista) que viveu e faleceu na segunda metade do século XIX. Fortemente influenciado pelo “fundador” do Realismo e seu mestre, Gustave Flaubert, Maupassant é particularmente conhecido por ter escrito mais de 300 contos e cinco romances (entre eles Bel-Ami) no curto espaço de dez anos. Sua obra é conhecida por retratar situações psicológicas e fazer crítica social com técnica naturalista.



    Maupassant teve uma infância e uma juventude aparentemente felizes no campo, em companhia da mãe, uma mulher culta e depressiva, que foi abandonada pelo marido.


    Na década de 1870, ele se dirigiu a Paris, onde se firmou como contista e teve contato com os grandes escritores realistas e naturalistas da época: Zola, Flaubert e o russo Turguêniev.

    Entre 1875 e 1885, produziu a maior parte de seus romances e contos. Maupassant talvez tenha sido, nos últimos anos do século XIX, o escritor mais lido no mundo.


    Rico e famoso, ele teve muitos casos amorosos, mas a sífilis o atormentou por mais de uma década, ocasionando-lhe pesadelos, angústia e de alucinações.

    Em 1892, Guy de Maupassant tentou o suicídio. Morreu, porém, no ano seguinte, em um manicômio, aos 43 anos de idade, em consequência de complicações da sífilis. Foi enterrado no cemitério de Montparnasse, em Paris.


    Bel Ami

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    Título
    Bel-Ami
    Autor
    Guy De Maupassant
    Editora
    Estação Liberdade
    ISBN
    9788574481852
    Páginas
    364
    Edição
    1
    Tipo de capa
    BROCHURA
    Ano
    2010
    Assunto
    Literatura Estrangeira
    Idioma
    Português
    Código de Barras
    9788574481852

    (capa antiga)

    Bel ami é um romance realista com sólidas influências naturalistas. O narrador relata a história de vida de Georges Duroy, um oficial do exército devolvido à vida civil que inicialmente trabalha como empregado de escritório nos caminhos-de-ferro. Este, através do seu amigo e ex-camarada, Charles Forestier, anseia pertencer à classe alta de Paris nos anos 80 do século XIX. Para isso, o charmoso e galanteador homem com “um encanto irresistível no bigode” conta também com a ajuda da mulher do amigo, Madeleine, que para além de o "auxiliar" na escrita dos textos para o jornal “Vie Française”,o apresenta às pessoas mais influentes da sociedade burguesa da altura. Entre elas está a resoluta Clotilde de Marenne, a conservadora Virginie Walter e a sua inocente filha Suzanne, com quem desenvolverá, ao longo da trama, relações íntimas distintas e complexas que originarão a ascensão social que Georges, futuro Du Roy de Cantel, sempre haverá ansiado e aspirado.
    Charles Duroy é a encarnação do erotismo, um erotismo de bigode, de olhos azuis, que envolve, sobretudo as mulheres e não conhece escrúpulos. O protagonista, criado por Maupassant, é um verdadeiro anti-herói, ele passa por cima de todos para alcançar seus objetivos. Bel-Ami, apelido de Duroy, é um chantagista, mulherengo, enganador; enfim, ele é um homem que encara a sociedade como um local onde só o mais forte pode vencer.
    A obra, recheada de cenas sensuais, descreve Paris em detalhes: Ao longo do romance, Duroy frequenta locais famosos na cidade, como o cabaré Folies Bergère e o Bois de Boulogne, além das regiões campesinas em torno da capital francesa, e certas cenas se passam nas igrejas de Paris, como na Igreja da Trindade e na Igreja de Santa Madalena.
    Título Bel-Ami
    Autor Guy de Maupassant
    Editora Landmark
    ISBN 9788580700169
    Páginas 432
    Edição 1
    Tipo de capa CAPA DURA
    Ano 2012
    Assunto Literatura Estrangeira-Romances
    Idioma Português
    Código de Barras 9788580700169
    “Pensava nas moscas que vivem algumas horas, nos insectos que vivem alguns dias, nos homens que vivem alguns anos, nos mundos que vivem alguns séculos. Que diferença havia, no entanto, entre uns e outros? Algumas auroras a mais, eis tudo.” (Pág. 158)

    Bel-Ami é, sem dúvida, um dos melhores livros que já li. Embora tenha como plano de fundo a sociedade francesa da época, distingue-se claramente desta por ser um livro leve que pela sua escrita e calculismo do personagem principal deixa o leitor constantemente maravilhado e surpreendido sem saber o que irá acontecer a seguir.

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