• Home
  • Sobre o Blog
  • Colaboradores
  • Contato
  • Resenha da Dani: Por isso a gente acabou, Daniel Handler - Seguinte

    http://www.companhiadasletras.com.br/images/livros/12986_gg.jpg

    Título original:  Why we boke up

    Tradução: Érico Assis

    Capa: Alceu Chiesorin Nunes

    Páginas: 368
      
    Ilustrações: Maira Kalman

    Editora: Cia das Letras

     
    Sinopse:

    Por isso a gente acabou trata, com a comicidade típica de Daniel Handler, nome verdadeiro de Lemony Snicket, de uma situação difícil pela qual todos um dia irão passar: o fim de uma relação amorosa e toda a angústia, tristeza e incerteza que essa vivência pode gerar.
    Min Green e Ed Slaterton estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento. Essa carta é o texto de Por isso a gente acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico - características da personagem - e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação.
    Imerso neste universo adolescente, o leitor conhecerá a divertida personalidade de Min, uma garota apaixonada por filmes cujo sonho é ser diretora de cinema, e as idas e vindas desse romance, desde o dia em que os dois conversaram pela primeira vez até o instante em que tudo acabou.
    A artista Maira Kalman, autora de diversas capas da revista The New Yorker, ilustrou cada um dos objetos da narrativa, trazendo cor e descontração a esta história dolorida.




    Min Green e Ed Slaterton, o casal mais improvável da escola está formado. E foi por isso que eles acabaram. 

    Minerva “Min” Green é uma garota que adora filmes, viciada em café, e basicamente qualquer acontecimento liga o botão de “parece a cena daquele filme, com fulano de tal...”, na escola passa despercebida com seu grupo de amigos.

    Até que...

    Ed Slaterton, cocapitão da equipe de basquete, a conhece numa festa de Al, melhor amigo de Min. O típico popular que vemos em filmes, convencido, adulado, já ficou com quase todas da escola. Ele e Min se esbarram no jardim de Al, trocam números de telefone.

    O impossível acontece e os dois começam a sair, mas Min recebe vários avisos e tem muitas prévias de quem é o verdadeiro Ed.

    Apesar de toda a improbabilidade, Ed atende vários pedidos esquisitos de Min como ir ao café que ela mais gosta, ir ao cinema que ela frequenta (mesmo que ache coisa de gay). Em contrapartida, Min passa a frequentar os treinos de basquete, festas populares.

    Ed conquista a garota de maneira que ninguém consegue abrir os olhos dela. Mesmo quando ele faz uma mega bobagem, ela o perdoa, só para descobrir que foi uma péssima ideia.

    E convenhamos, quem leria uma carta de despedida com tantas páginas? A garota escreve tanto a ponto de acabar a carga de tinta da caneta. E olha que foram apenas dois meses de namoro, tantas recordações e tanto lamento.

    A arte no interior do livro é linda: ilustrações coloridas, bem feitas, meu lado criança se esbaldou com cada gravura, uma pena que a explicação para cada uma delas acabou sendo tediosa.

    Ao fim, resta Al e uma verdade que todos veem, menos ela.

    A escrita do Daniel Handler é ótima, é fácil de ler, rápida. Se a Min tivesse me conquistado certamente teria terminado a leitura em dois dias, mas levei quase uma semana.

    Quem já leu diz o que achou. E quem não leu, arrisca se a curiosidade falar mais alto. De minha parte, não recomendo.


    6 comentários :

    1. Que protagonista mais chatinha, heim!

      Já não tinha muito interesse em lê-lo mesmo e com essa que me desmotivei total.
      A cotação dele no skoob é baixa pra quantidade de avaliações.

      ResponderExcluir
      Respostas
      1. Oi Gladys,
        É sim, achei a Min muito enfadonha e boba, a verdadeira cega que não quer ver e só reclama, cheguei inclusive a gostar um pouco do Ed. hahaha

        E eu tava animada pq vi um vídeo do autor entrevista as pessoas na estação de metrô, foi uma baita decepção.

        Obrigada por comentar. =)

        Excluir
      2. É muito chato quando a gente se empolga com livro que todos dizem ser bom e que na verdade é ruim e que tudo não passou de uma propaganda!

        Excluir
    2. Adoro esse autor, como sempre o livro me surpreendeu bastante. Gosto muito de historias bem resolvidas.

      ResponderExcluir
    3. Quando a gente não gosta da personagem principal a leitura fica tão tediosa, ainda mais quando ela narra o livro todo, sem pausa pra visão de outros personagens.. Vou marcar pra ler, mas só depois de muitos outros na frente..se rolar uma grana sobrando aí eu compro! ^^"

      ResponderExcluir
    4. O enredo parece ser bem diferente, já que traz uma carta sobre o término do namoro, mas não me deixou curiosa, não me interessou, infelizmente. Acho que ainda mais devido á explicação sobre cada objeto ser tediosa e você não recomendar, o livro não me interessou mesmo. Uma pena!
      beijos

      ResponderExcluir

    O seu comentário alegra o nosso dia!!!