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  • Leitura da Drica: Perdido em Marte, Andy Weir - @arqueiro

    Título original: The martian

    Editora Arqueiro

    Literatura estrangeira/Ficção científica

    Número de páginas: 336

    Sinopse:
    Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico e um senso de humor inabalável, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.

    Oi, gente,

    Mark Watney é o nosso protagonista nessa insólita aventura. Um dos seis tripulantes da missão Ares 3, que é composta por Mark, botânico e engenheiro; Lewis, comandante e geóloga; Beck, médico, biólogo e especialista em AEVs; Johanssen, operadora de sistema e técnica em reatores; Martinez, piloto do VDM e VAM; e Vogel, piloto.

    Tudo foi pensado, planejado e organizado para dar certo. Seus suprimentos e todo o material que eles poderiam precisar foram enviados ao longo dos anos para a superfície de Marte em naves não tripuladas. E depois de uma viagem de 123 dias eles chegaram em Marte.

    Tudo corria bem, mas, no sexto dia, uma tempestade de areia mudou o curso da missão. Devido à velocidade dos ventos e os danos que poderiam acarretar para os equipamentos e, consequentemente, para a segurança dos astronautas, a NASA manda abortar a missão. Mas Watney é atingido por uma antena quando eles estão indo para a neve para deixar Marte. Seu traje entra em colapso e os equipamentos o identifica sem sinais vitais. Apesar dos esforços da comandante Lewis, ela não consegue achá-lo e tem que partir. Minutos depois, Watney acorda e percebe que está sozinho e sem comunicação com a Terra.

    Sorte ou azar? Ele sobreviveu ao acidente, mas as chances de continuar vivo são tensas e dependem de muitas variáveis. Sem comunicação, como avisar a NASA que ele estava vivo e que precisava ser resgatado? Mesmo que ele conseguisse se comunicar com a NASA, a missão Ares 4 só chegaria em Marte dali a 4 anos, e ele não teria alimento para sobreviver até lá.

    Apesar das adversidades, Watney não se deixa abater, e é isso o que mais me surpreendeu. Imaginei que o livro seria um drama, que verei o astronauta fraquejar, se entregar, sofrer, achar que tudo daria errado pelo menos uma vez. Mas Watney supera todas as expectativas! Ele é a verdadeira Poliana fazendo o jogo do contente. Nada abala o seu senso de humor e a crença de que ele pode conseguir. O que, particularmente, eu não acredito que seria a realidade de alguém na situação dele.

    Tendo todas as suas habilidades colocadas à prova, ele vai consertar vários equipamentos e será o primeiro botânico a plantar batatas em Marte, provando que poderia ser possível viver lá por um bom tempo.

    A parte maçante fica por conta da parte científica, que envolve química, física, biologia, geologia, mecânica, eletrônica e afins.


    Mas a história não se resume a Watney. Também vivemos o drama dos diretores da NASA e responsáveis pela missão. E essa é a melhor parte da história, quando são mostrados os bastidores e tudo o que envolve a elaboração de missão interplanetária, mostrando seus envolvimento político e interesses comerciais.




    13 comentários :

    1. Fiquei imensamente curiosa para assistir ao filme quando foi lançado, mas ate hoje não o vi.
      Não sabia da existência do livro, mas mesmo após descobrir não me interessei na leitura.
      É difícil imaginar uma pessoa sobrevivendo em um planeta completamente estranho, sozinho, e ainda ter um senso de humor super otimista, mas este fato deve ser o que torna a trama mais interessante.
      Planejo ver o filme, mas o livro não entra pra minha lista de desejados.

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      1. Quero assistir o filme tb pq acredito que deve ser mais interessante.

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    2. Crica!
      Amo ficção e estou bem curiosa para saber como ele conseguirá se manter em Marte até que façam o resgate.
      E claro, quero dar boas risadas, porque pelo visto, ele tem um humor exacerbado.
      “Para quê preocuparmo-nos com a morte? A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro.”(Confúcio)
      cheirinhos
      Rudy
      http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
      Participem do nosso Top Comentarista, serão 3 ganhadores!

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    3. Drica, confesso que soube da existência deste livro logo que lançou o filme.
      O livro parece ser incrível por ter esta mistura de aventura com a luta pela sobrevivência, um toque de suspense, tudo regado a um bom humor. Fiquei muito curiosa só de ler a sinopse e sua resenha aumentou minha expectativas.
      Quero muito lê-lo.

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      1. O livro é anterior ao filme, mas acredito que não consiga transmitar as mesmas emoções que o filme.

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    4. olá!!
      Perdido em Marte, foi um dos melhores livros que li esse não sem duvida, me tornei fã numero um do Watney, o senso de humor e otimismo dele me impressionaram, em momentos que estava ali desesperada por algo ter dado muito errado ele estava la fazendo piada cara muito foda mesmo.
      Bjocas

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      1. O seu senso de humor nas horas de desespero não me convenceu, Rose!

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    5. Gostei muito do livro, e realmente, a parte onde entra as explicações científicas foram as mais maçantes. No filme ficou melhor.
      Bjs, Rose

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    6. Hmmm, parece que vc não curtiu tanto Drica.
      Acho que parte mais cientifica deve ser chatinha mesmo.

      Eu só gostaria que a capa anterior permanecesse.
      Eu n/ao gosto quando colocam as capas dos filmes.
      Agora o protagonista já tem cara e eu não vou poder imaginar, hahaha
      Quero muito ler e por isso não vi o filme ainda.
      Eu fiquei imaginando em ficar sozinho em outro planeta e tão hostil e impróprio para se viver.
      O livro parece muito inteligente... Que bom que o protagonista pegou o que sabe e foi a luta ao invés de chorar num cantinho em Marte esperando a morte...
      Espero que alguém volte antes dos 4 anos ou que Mark consiga cultivar algo...
      Acho que vale a leitura.

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      1. O livro é bom, com algumas partes maçantes. Concordo com vc em relação à capa, tb preferia a anterior.

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    7. adoro ficcao cientifica...como ele vai se virar em marte???#curiosa.kkkkkkkk...se ram que ele vai conseguir ajuda???sao tantas perguntas que a genter quer ler pra descobrir como termina...ansiosa pra ler...obrigado pela dica....beijocas...

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    8. Acho muito interessante essa trama, exatamente porque ela aborda um assunto não muito discutido dentro da literatura, que é a profissão de astronauta. Além do pensamento descontraído do protagonista que torna a situação um pouco menos desesperadora, também temos a possibilidade de conhecer os processos que se passam dentro da NASA, coisa que eu sempre tive curiosidade em descobrir.

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