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  • Estante da Tata - Samurai 7; Mizutaka Suhou e Akira Kurosawa


    Numa época em que a humanidade havia migrado para outros planetas do Sistema Solar, uma guerra espacial dividiu a atmosfera da Terra em duas. O longo conflito devastou vários territórios da face do planeta e máquinas de massacre destruíam tudo por onde passavam… E na linha de frente, havia homens que enfrentavam os armamentos móveis valendo-se apenas de seu próprio corpo e de espadas chamadas Katana Antitanque. Temidos, as pessoas os chamavam de “SAMURAIS"...


    Samurai 7 #01
    Ano: 2017 / Páginas: 200
    Idioma: português 
    Editora: JBC

    Essa é a minha primeira resenha de um mangá. Como muitas pessoas da minha geração, eu cresci assistindo e amando animes mas, por alguma razão que me foge, nunca tive a oportunidade de ler mangás naquela época.

    Samurai 7 é um mangá escrito por Mizutaka Suhou mas é baseado no filme Os Sete Samurais, do legendário diretor Akira Kurosawa.


    O filme conta a história de sete Ronins (samurais sem mestre) que são contratados por camponeses de uma aldeia para ajudá-los a se proteger dos bandidos que assolam a região.

    Para vocês terem ideia, Os Sete Samurais é um dos filmes mais importantes da história cinematográfica japonesa tendo, inclusive, sido usado como base para o filme de faroeste americano Sete Homens e um Destino.


    Mas, enquanto que a história original se passava em na época do Japão feudal, Samurai 7 vai se passar em um futuro distante.

    Vou ser honesta, eu não vi isso chegando. Quando eu vi a capa do mangá eu nunca imaginei que ia encontrar uma história que misturaria elementos do passado feudal japonês com características futurísticas como robôs e naves espaciais.

    A história começa com um pequeno resumo sobre o passado dos Samurais.

    Em um tempo onde viagens interplanetárias se tornou comum, uma guerra destruiu parte do planeta e maquinas de massacre devastavam tudo que passava por seu caminho tendo, como único obstáculo, homens armados apenas com suas espadas e coragem. Aqueles homens ficaram conhecidos como Samurais.

    Em um mundo pós-guerra, alguns dos antigos samurais, agora sem trabalho e enfrentando a decadência, se tornaram bandidos.

    A história começa com uma garota e sua busca por ajuda. Ela precisa de um Samurai que ajude e proteja a sua vila, mas, na busca por esse Samurai, ela acaba entrando em apuros e sendo, inesperadamente salva, por um jovem e inexperiente samurai chamado Katsushiro.

    Ao contar a sua história, Katsushiro acaba decidindo ajudar a vila dela mas, não sozinho. Assim, ele convence ela que será necessário reunir mais seis samurais para a luta com os bandidos que estão se preparando para atacar.

    A história então vai mostrar a busca deles pelos outros samurais (essa parte é muito legal) e, posteriormente, a batalha/guerra com os bandidos.

    (imagem da adaptação da historia para anime)

    A história é super gostosinha e rápida de ler. Os diálogos possuem um tipo de humor que eu amo ver em animes. Tem um pouquinho de romance também, o que, vamos combinar, foi fofinho.

    Os personagens são bem construídos, mas eu não esperaria menos de uma história com tanta influência de Akira Kurosawa.

    O primeiro volume (são dois no total) conta com 200 páginas, com boa diagramação e gravuras esteticamente bem bonitas e complexas. Achei, excepcionalmente legais as gravuras da introdução e da batalha final desse volume. A capa e a lombar são muito bonitas e com cores bem vivas, ficando super legais em exposição na estante.

    O segundo e último volume já foi lançado e você pode conferir a capa dele aqui:



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