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Mil palavras, Jennifer Brown


O namorado de Ashleigh, Kaleb, está prestes a partir para a faculdade e a jovem está preocupada que ele se esqueça dela. Então, em uma famosa festa de final do verão, as amigas de Ashleigh sugerem que ela mande uma foto nua para ele. Antes que possa mudar de ideia, Ashleigh vai para o banheiro, tira uma foto de corpo inteiro em frente ao espelho, e aperta a tecla “enviar”.Mas o término do relacionamento do casal é ruim e, para se vingar, Kaleb encaminha a foto para sua equipe de beisebol. Em pouco tempo, a foto viraliza, atraindo a atenção do conselho da escola, da polícia e da mídia local. A pena ordenada a Ashleigh pelo tribunal é prestar serviço comunitário, e é onde ela conhece Mack, um jovem que oferece uma nova chance de amizade, e é o único que recebeu a foto e não olhou.

A aclamada autora Jennifer Brown traz aos leitores um romance emocionante sobre honestidade, traição e redenção, amizade e atração, e integridade, mostrando que uma imagem pode valer mil palavras… mas nem sempre conta a história inteira.
Mil palavras
Ano: 2018 
Páginas: 208
Idioma: português
Editora: Gutenberg

“Uma imagem vale mais do que mil palavras. Mas não conta a história inteira.”

Ashleigh é uma boa garota, não dá trabalho para os pais, tira boas notas, tem muitos amigos e tem um namorado que está prestes a ir para a faculdade. Kaleb parece estar cada dia mais distante de Ash e seu mundo de garota do ensino médio enquanto ele aguarda os dias para mudar de cidade e começar uma vida nova como um responsável universitário. Sempre ocupado para ela, Kaleb sempre tem um jogo ou um encontro para se despedir dos amigos. 

Quando Ash vai a uma festa dos seus amigos sem Kaleb, Vonnie e Rachel sugerem que ela envie para ele um nude, para ele ver tudo o que ele estava perdendo. Mesmo não achando a atitude correta, Ash se deixa influenciar pelas amigas e a bebida faz o resto.

No ínicio, a foto parece ter dado o resultado esperado. Kaleb se aproxima de Ash e fica até mais carinhoso. Mas depois que ele vai para a faculdade e Ash começa a lhe cobrar atenção, Kaleb acaba divulgando a foto para todos os seus amigos da antiga escola. 

Lendo Mil Palavras descobri um termo que não conhecia: pornografia de vingança, ou revenge porn, que é justamente o que Kaleb fez com Ash. Mas o pior disso tudo é a forma como Ash passa a ser vista e julgada por todos. Em uma sociedade tradicionalmente machista, errado não é o homem que divulga uma foto íntima de sua namorada. Mas essa sociedade não vai aliviar na hora de julgar essa mulher que, mesmo inocentemente, quis dar uma prova de amor para o seu namorado. Ela é a vulgar, suja, promíscua e vadia, e ainda acham que isso dá direito de qualquer homem se aproximar dela com intimidade. 

Logo de início descobrimos que Ash está prestando serviço comunitário e, aos poucos, a história de como ela chegou até ali nos é revelada. É angustiante ver como as pessoas julgam não só Ash mas também os seus pais, chegando a culpá-los pela atitude da filha. 

Sou fã incondicional dos livros da Jeniffer Brown e não seria diferente com esse. A autora escolhe mostrar o lado mais cruel da história e sei o quanto isso pode incomodar alguns leitores. Mas é por isso mesmo que acho esse livro extremamente importante. Ele mostra o lado realista das pessoas, que julgam antes de conhecer o contexto, que atiram pedras sem se dar ao trabalho de entender as nuances de cada história. 

Ash é levada a julgamento num tribunal mas o pior julgamento que ela sofre é o de meninas como ela, que talvez já tenham mandado fotos parecidas ou já pensaram em fazer isso. A falta de empatia e de sororidade explícita nessa narrativa é o que mais me choca e reafirma o quanto ainda é necessário dizer que cada mulher tem o direito de fazer o que quiser com o seu corpo. E que a vítima é sempre vítima. 




Depois que tudo acabou, Jennifer Brown



Jersey Cameron sempre amou dias de tempestade.Assistir ao vento aumentar e às nuvens se aproximarem. Perceber a eletricidade no ar. Dançar com os pés descalços na chuva. Onde mora, o clima é sempre incerto, e ela sabe o que fazer em casos de emergência. Mas nunca poderia ter se preparado para o que estava por vir.
Quando sua cidade é devastada por um tornado, Jersey perde tudo. Enquanto luta para superar a dor, é enviada para morar com parentes que mal conhece, e é em meio a novos desafios em um lugar desconhecido que a garota vai descobrir que, mesmo nos dias mais escuros, há certas coisas que nada é capaz de destruir.
Neste romance poderoso e emocionante, a aclamada autora Jennifer Brown apresenta uma história de amor, perda, esperança e sobrevivência.
Depois que tudo acabou
Ano: 2020 
Páginas: 208
Idioma: português
Editora: Gutenberg

"Percebi que a pior parte de perder alguém que você ama de repente não é não consegui dizer adeus. É a dúvida se eles sabiam o quanto você os amava. De que vc fez e disse coisas boas o suficiente para compensar as coisas ruins. É a certeza de que não há segundas chances, não há volta, e não haverá outras oportunidades de dizer a eles como você se sente"

Depois que tudo acabou é mais uma história arrebatadora da Jennifer Brown. Dessa vez vamos conhecer Jersey Cameron, uma típica adolescente que mora na região do Missouri, muito conhecida pelo clima instável e pelas fortes tempestades. Jersey, assim como eu, adora ver os raios e trovões, mas isso vai mudar. 

Era mais um dia comum na vida de Jersey quando ela ficaria sozinha após a escola porque sua mãe levaria Maryn na aula de dança. Mas as coisas começaram a ficar estranhas quando Jersey ouviu as sirenes de alerta de tempestade e acabou a energia. Como todo morador de Elizabeth, ela sabia o que fazer: levou sua mochila com as tarefas da escola para o porão para aguardar a tempestade passar. 

“Era impossível que eles entendessem a raiva que havia dentro de mim. A confusão, a culpa, a rendição. As feridas que começaram a se abrir, os novos machucados que se formavam no meu coração. Por que nem eu mesma entendia, e era eu quem estava vivendo.”

Lendo com a Dani: As fases da lua - parte 2, várias autoras

 Ainda nova, Dora já é uma médica renomada, segura e decidida, mas seu coração traz uma ferida e ela não está disposta a se abrir novamente. Até que o amor lhe aparece em forma de canção…

Destiny é uma jovem com um passado marcado por dúvidas e segredos, assim como o misterioso luar azul que toma conta de sua cidade, deixando-a confusa e com medo… pois no fundo ela sabe que ele pode guardar as respostas que ela tanto busca.

Assim como a Lua, a vida também é repleta de fases, e neste livro acompanhamos as deliciosas histórias de cinco mulheres que estão em diferentes fases da vida, mas que têm em comum os altos e baixos, os amores e desamores, as promessas e incertezas da busca pela felicidade.
As fases da Lua - Contos
Autoras: Clarissa Corrêa, Liliane Prata, Bianca Briones, Leila Rego, Jennifer Brown
Editora Gutenberg (2016)
352 páginas



E como prometido, aqui está a segunda e última parte da resenha do livro de Contos: As fases da Lua (Clica no link ao lado para ler a parte Um). Com os dois últimos contos.

Devo dizer que mais ao final colocarei notas para cada um dos contos, mas no geral ele fica com nota quatro. =)

Lendo com a Dani: As Fases da Lua - Contos - Parte Um, Várias autoras

 5 mulheres, 5 fases da Lua, 5 histórias de… amor?

Alice é uma jovem com uma vontade crescente de cair no mundo, até se apaixonar pelo cara mais gato da cidade. Mas um incidente no meio de seu conto de fadas pode mudar sua vida para sempre.

Lena é uma mulher cheia de amor para dar e que stalkeia todos os passos dos homens por quem se apaixona. E ela realmente se apaixona por todos. O problema é que eles não se apaixonam por ela…

Um amor minguante não tem vez na vida de Bruna. Noiva do seu melhor amigo de infância, eles se preparam para o casamento e traçam planos para uma vida inteira juntos. Mas será que não é perfeição demais?

As fases da Lua - Contos
Autoras: Clarissa Corrêa, Liliane Prata, Bianca Briones, Leila Rego, Jennifer Brown
Editora Gutenberg (2016)
352 páginas


Olá galerinha que nos acompanha a cada resenha, deixem seu comentário, pois são nosso combustível!!!

Primeiro ponto: Parte Um devido a só ter lido três dos cinco contos. Para não demorar com a resenha achei por bem postar logo parte dela.

Segundo ponto: É meu primeiro contato com a escrita de todas estas autoras.

Terceiro ponto: além da capa linda a arte do livro está linda demais. Vejam (as fotos são autorais, ok?):

Leitura da Drica: Amor Amargo, Jennifer Brown - @Gutenberg

Título original: Bitter End

Páginas: 256           
    
Ficção, Juvenil

Editora Gutenberg

Edição: 1        

Data de publicação: 31/08/2015

Sinopse:
Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado.
Até Cole aparecer.
Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade…
Em um retrato realista de um relacionamento conturbado, a autora Jennifer Brown – do sucesso A Lista Negra – nos leva até o limite de nossos sentimentos.


Oi, gente,

Tenho sido muito feliz na escolha das minhas leituras. Amor Amargo foi escolhido por ter sido escrito pela maravilhosa Jennifer Brown, autora de A lista negra, já resenhado aqui.

Um triângulo cheio de amor, formado pelos melhores amigos Alex, Bethany e Zach é o motivo de toda essa história. Amigos desde o jardim de infância, eles se conhecem como ninguém. Estão no último ano do colégio e, antes de ir para a faculdade, planejam viajar para o Colorado. Esse é o objetivo da Alex, que quer descobrir porque a mãe ia abandonar as filhas e o marido para morar lá. Objetivo abraçado pelos amigos sem pestanejar.

Alex é a inteligente, Bethany é a patricinha e Zach é o descolado. Juntos, eles formam um trio de fazer inveja.

Tudo parece perfeito até o surgimento de Cole. Garoto lindo, charmoso, de olhar sedutor, que terá aulas de reforço com Alex. E não demora muito pouco para que os dois comecem a namorar.
Começo de namoro e tudo é perfeito. Alex é uma menina carente, sua mãe morreu quando ela tinha 8 anos e o pai nunca mais foi o mesmo. Sempre distante e meio alheio ao que se passava em sua casa, as filhas tiveram que amadurecer cedo e sozinhas. Alex nunca superou a ausência da mãe e o afastamento do pai. Quando Cole, aparece cheio de carinho, torna-se seu porto seguro.

"Até aquele momento jamais havia pertencido a alguém, não assim. Cole me tinha por inteiro: corpo, alma e coração. E era libertador.
Quase como estar no topo de uma montanha."

Mas o que parecia ser tão incrível, vai se tornando amargo. Aos poucos, Alex vai se afastando dos melhores amigos. Cole tem um ciúme doentio de Alex, principalmente em relação a Zach. Por vezes chega a ser extremamente grosseiro e mal-educado com Bethany.

Extremamente possessivo e controlador, Cole marca em cima. Até plantão ele dá esperando ela sair do trabalho. Tudo vai bem até que acontece a primeira agressão física. Alex fica chocada, mas logo Cole trata de pedir desculpas, se justificar dizendo que perdeu a cabeça porque estava nervoso, que está cheio de problemas em casa e afins.

"Saiu de fininho da sala e depois fechou a porta quase sem fazer barulho e, de uma hora para a outra, eu estava sozinha. E foi aí que tudo começou a doer. O pulso. Os quadris. O couro cabeludo. O pescoço. E, mais que tudo isso junto, o coração."

Dividida entre o amor que sente por Cole e em tudo o que ele se transformou e o medo de perdê-lo, Alex vai sempre encontrando uma justificativa para os atos violentos do namorado, sempre perdoando e acreditando nas promessas de que ele não voltará a ser agressivo.

“Eles não entendiam Cole. Não entendiam o que eu sentia por ele. Não entendiam que certas coisas, como seu jeito de me acariciar e de me olhar nos olhos, cheio de ternura, não desapareciam de uma hora para outra só porque ele tinha ficado nervoso e perdido a cabeça."

De uma maneira muito sutil, a autora vai nos levando para um mundo muito comum na vida de muitas mulheres. E com extrema delicadeza nos apresenta a realidade, os pensamentos, medos e esperanças de quem vive um relacionamento abusivo.

Com personagens muito bem construídos, Brown não faz do agressor um psicopata, mas mostra que ele pode ser aquele cara que é admirado por todas as meninas da escola. Muito menos transforma a vítima em uma coitadinha. Os dois precisam ser amados por diferentes motivos mas assumem papéis errados na busca desse amor.

O livro retrata uma história que pode estar acontecendo agora mesmo ao nosso lado, e ressalta a importância dos amigos e de pessoas que gostam da gente para superar uma situação como essa.


Narrativa intensa, por vezes inquietante, que fala de amor, amizade, carência, família, loucura e obsessão. Leitura recomendada, e muito, para todos que querem entender o outro sem julgar primeiro.



Leitura da Drica: A lista negra, Jennifer Brown - @Gutenberg

Título Original: Hate List

Autor: Jennifer Brown

Editora: Gutenberg

Ano: 2012

Páginas: 272

Tradução: Claudio Blanc

Sinopse:
O namorado de Valerie Leftman, Nick Levil, abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola em que estudavam. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma colega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa da lista que ajudou a criar. A lista com o nome dos estudantes que praticavam bullying contra os dois. A lista que ele usou para escolher seus alvos.
Agora, ainda se recuperando do ferimento e do trauma, Val é forçada a enfrentar uma dura realidade ao voltar para a escola para terminar o Ensino Médio. Assombrada pela lembrança do namorado, que ainda ama, passando por problemas de relacionamento com a família, com os ex-amigos e a garota a quem salvou, Val deve enfrentar seus fantasmas e encontrar seu papel nessa história em que todos são, ao mesmo tempo, responsáveis e vítimas.



A Lista Negra é mais um livro que começo a ler sem ter lido a sinopse. E como me surpreendi!!!!

"E foi assim que começou a famosa Lista Negra: como uma piada. Uma forma de descarregar a frustração. No entanto, ela acabou se transformando em algo que eu nem imaginava"

Vamos conhecer a história de Valerie, garota do ensino médio que namorava Nick, seu colega de escola. Os dois eram alvos de piadinhas e brincadeiras de mal gosto dos populares da escola, mas iam levando suas vidas dentro da normalidade.

Um dia, para aliviar a raiva que sentiam quando eram vítimas dessas situações e não podiam fazer nada, resolveram fazer uma lista, a tal da lista negra que talvez você nunca tenha colocado no papel, mas que já fez mentalmente, com o nome daquelas pessoas que você gostaria de matar ou que, pelo menos, elas se dessem mal.

O que para Val era um momento de extravasar a raiva, para Nick era coisa séria. E ela só descobre isso quando o vê atirando em uma das meninas que a provocava. Querendo entender o que está acontecendo com Nick e na tentativa de impedir que ele atire em mais uma das colegas que a maltratava, Val acaba sendo atingida com um tiro na perna. É quando Nick se mata.

"Talvez eu não desejasse que aquelas pessoas morressem, mas em algum lugar, sei lá, no inconsciente, eu realmente desejasse.
E talvez Nick tivesse percebido isso. Talvez ele soubesse algo a meu respeito que nem eu mesma sabia. Talvez todos tenham visto isso e é por isso que me odeiam tanto; porque sou uma impostora. Coloquei tudo isso em movimento com essa lista estúpida e deixei o Nick fazer o trabalho sujo."

O leitor vai sabendo disso tudo aos poucos, já que o foco da história não está no que aconteceu nesse dia, mas na recuperação física e psicológica de Valerie, na cura das feridas, no enfrentamento de seus medos e na tentativa de levar a vida em frente.

Alternando passado e futuro, a autora vai nos mostrando as profundas cicatrizes deixadas por alguns momentos de terror.

Valerie é uma protagonista apaixonante, menina forte, corajosa, de personalidade marcante. Tem a ajuda do Dr. Hieler, seu psiquiatra e conselheiro, também um personagem incrível! É ele quem vai ajudar no processo de retorno à escola e de como lidar com os sobreviventes, os pais dos colegas mortos e com a falta que ela sente de Nick. Isso tudo depois de ter ficado internada em uma unidade psiquiátrica e ainda ter a polícia interrogando-a como suspeita de ser cúmplice de Nick.

Às vezes, em um mundo onde os pais se odeiam e a escola é um campo de batalha, era ruim ser eu. O Nick tinha sido minha fuga. A única pessoa que me compreendia. Era bom fazer parte de um "nós", com os mesmos pensamentos, os mesmos sentimentos, os mesmos problemas. Mas, agora, a outra metade desse "nós" tinha ido embora e, deitada no meu quarto escuro, percebi que não sabia como me tornar eu mesma de novo.

Não bastasse tudo isso, os pais de Val estão separados e vivem em pé de guerra e o relacionamento com o irmão começa a ficar ruim.

"E eu passava cerca de uma hora, meu quarto ficando escuro, pensando em que diabos tinha acontecido para me tornar tão incerta sobre até mesmo quem eu era. Por que "quem você é" deve ser a pergunta mais fácil de ser respondida, certo?"

Adorei a história, é simplesmente fascinante. E olha que é só o romance de estreia da Jennifer Brown! Sem mimimi, sem frescuras, mas mostrando o sofrimento real, com uma impressionante riqueza de detalhes e informações sobre eventos e pessoas. Uma história densa, com uma carga psicológica muito forte que te coloca mil interrogações na cabeça e deixa você livre para escolher as respostas que considerar certas.

É um livro complexo, que conta uma história difícil, afinal, falar de luto, de ausências, nunca será fácil. Mas fala também sore seguir em frente. E Val segue!!!


Recomendo muitíssimo!!! É um dos meus favoritos.