Imagine a seguinte situação: você conhece um homem, vocês passam sete dias maravilhosos juntos, e você fica apaixonada. E o que é melhor: o sentimento é recíproco. Você nunca teve tanta certeza de algo na vida.
Então, quando ele parte numa viagem de férias agendada há muito tempo e promete te ligar para o aeroporto, você não tem nenhum motivo para duvidar disso. Mas ele não liga. Seus amigos dizem que você deve desencanar, que deve esquecer o cara, mas você sabe que eles estão errados. Eles não sabem de nada. Algo de ruim deve ter acontecido, deve haver um motivo sério para explicar o silêncio dele.
O que você faz quando finalmente descobre que tem razão? Que existe um motivo ― e que esse motivo é a única coisa que vocês não compartilharam um com o outro? A verdade.
Tudo Aquilo Que Nos Separa
Sete dias perfeitos e então ele desapareceu.
Ano: 2018
Páginas: 336
Idioma: português
“Não estou pronta para desistir dele. De nós. Ainda não.”
Sabe aquela história que, talvez, você já tenha vivido, ou que já tenha visto algum amigo passar por isso, em que a menina conhece um cara fantástico, o homem perfeito, passa horas ou dias maravilhosos ao lado dele e, ao final, ele promete ligar e não liga? “Tudo aquilo que nos separa” fala sobre isso!
Já fazem 19 anos que
Sarah trocou a Inglaterra por Los Angeles, depois de um trágico acidente que
mudou sua vida e trouxe grandes perdas. Nesse período ela casou, criou uma ONG
de palhaços-doutores com Reuben, seu ex-marido, teve o apoio de grandes amigos.
Sarah acabou de se separar, mas foi uma separação realmente amigável, mas nem
tudo está bem... ela retorna à sua antiga casa na data em que aconteceu o
acidente.
Tudo seria normal
não fosse o fato de encontrar no mesmo local Eddie David. Apesar de não estar
procurando um novo amor, Eddie é o cara ideal e parece ter sido feito para
Sarah. Assim, os dois acabam passando 7 dias maravilhosos juntos na casa dele
com a promessa de que, após a viagem de Eddie e os compromissos de Sarah,
estarão juntos novamente, de preferência, por um longo tempo e no mesmo país.
— Sarah, acho que me apaixonei por você. Isso é ir longe demais?Suspirei.— Não. É perfeito.Ambos sorrimos. Tínhamos dado um passo num caminho sem volta.










