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    Oi, gente!!!


    E hoje temos mais uma promoção. Dessa vez, você vai concorrer ao livro fofo Três Coisas sobre você participando pelo IG do blog.

    Para participar é preciso:

    1) ter endereço de entrega no Brasil;

    2) seguir o perfil do Minha Velha Estante e da Editora Arqueiro;

    3) curtir a imagem oficial da promoção;

    4) marcar 3 amigos nos comentários da foto. (Não vale marcar celebridades, políticos, perfis comerciais e perfis inativos.)
    - Cada perfil pode participar quantas vezes quiser.

    Leitura da Drica: Holy Cow, David Duchovny - @Record

    Elsie Bovary é uma vaca muito feliz em sua bovinidade. Até o dia que resolve sair sorrateiramente do pasto e se vê atraída pela casa da fazenda. Através da janela, observa a família do fazendeiro reunida em volta de um Deus Caixa luminoso – e o que o Deus Caixa revela sobre algo chamado “fazenda industrial” deixa Elsie e tudo o que ela sabia sobre seu mundo de pernas para o ar. A única saída? Fugir para um mundo melhor e mais seguro. Assim, um grupo para lá de heterogêneo é formado: Elsie; Shalom, um porco rabugento que acaba de se converter ao judaísmo; e Tom, um peru tranquilão que não sabe voar, mas que com o bico consegue usar um iPhone como ninguém. Munidos de passaportes falsos e disfarçados de seres humanos, eles fogem da fazenda e é aí que a aventura deles alça voo – literalmente. 

    Holy Cow: Uma fábula animal

    David Duchovny

    Editora: Record

    Páginas: 208

                              


    Adoro animais, mas meu contato com vacas é nulo, apesar de achar que elas são umas fofas! Adoro a tranquilidade delas e a paz que a sua bovinidade nos transmite.

    Nossa protagonista é Elsie, uma vaca que leva uma vida tranquila e confortável em uma fazenda comum. Tinha uma rotina diária que incluía ordenha pela manhã, que ela preferia que fosse feita pelo filho mais velho e mais carinhoso; depois ia pastar – melhor hora do dia quando via o tempo passar ao lado de sua melhor amiga Malorey; e depois uma nova ordenha.

    Tudo ia muito bem até que ela e Malorey resolveram explorar a fazenda além do curral, depois de um ‘descuido’ do filho do fazendeiro.

    A ignorância é uma benção, mas o mundo tem mais a oferecer que isso, e é errado não aproveitar o que ele oferece. Não se pode ser bezerra para sempre.

    Lendo com a Dani: As Fases da Lua - Contos - Parte Um, Várias autoras

     5 mulheres, 5 fases da Lua, 5 histórias de… amor?

    Alice é uma jovem com uma vontade crescente de cair no mundo, até se apaixonar pelo cara mais gato da cidade. Mas um incidente no meio de seu conto de fadas pode mudar sua vida para sempre.

    Lena é uma mulher cheia de amor para dar e que stalkeia todos os passos dos homens por quem se apaixona. E ela realmente se apaixona por todos. O problema é que eles não se apaixonam por ela…

    Um amor minguante não tem vez na vida de Bruna. Noiva do seu melhor amigo de infância, eles se preparam para o casamento e traçam planos para uma vida inteira juntos. Mas será que não é perfeição demais?

    As fases da Lua - Contos
    Autoras: Clarissa Corrêa, Liliane Prata, Bianca Briones, Leila Rego, Jennifer Brown
    Editora Gutenberg (2016)
    352 páginas


    Olá galerinha que nos acompanha a cada resenha, deixem seu comentário, pois são nosso combustível!!!

    Primeiro ponto: Parte Um devido a só ter lido três dos cinco contos. Para não demorar com a resenha achei por bem postar logo parte dela.

    Segundo ponto: É meu primeiro contato com a escrita de todas estas autoras.

    Terceiro ponto: além da capa linda a arte do livro está linda demais. Vejam (as fotos são autorais, ok?):

    À convite: Priscila Gonçalves - O eterno namorado, Nora Roberts - @Arqueiro

    Tudo o que acontece na vida de Owen Montgomery é meticulosamente organizado em uma planilha ou lista de tarefas. No trabalho não é diferente, e é graças a sua obsessão por ordem que a Pousada Boonsboro está prestes a ser inaugurada – dentro do cronograma.
    A única coisa que Owen jamais previu foi o efeito que Avery MacTavish teria sobre ele. A proprietária da pizzaria em frente à pousada sempre foi amiga da família e agora, enquanto vê em primeira mão a fantástica reforma pela qual o lugar está passando, também observa a mudança gradativa de seus sentimentos por Owen.
    Os dois foram namorados de infância, e desde então tinham estado bem distantes dos pensamentos um do outro. O desejo que começa a surgir entre eles, porém, não tem nada de inocente e é impossível de ignorar.
    Enquanto Owen e Avery decidem se render à paixão e levar seu relacionamento a um nível mais sério, a inauguração da pousada se aproxima e dá a toda a cidade um motivo para comemorar. Mas quando os traumas do passado de Avery batem à porta e a impedem de se entregar, Owen sabe que seu trabalho está longe de terminar. Agora ele precisa convencê-la a baixar a guarda e perceber que aquele que foi seu primeiro amor pode também ser seu eterno namorado.

    O Eterno Namorado
    A Pousada # 2
    Ano: 2016 
    Páginas: 304
    Editora: Arqueiro


    Em O Eterno Namorado continuamos a conhecer os irmãos donos da pousada BoonsBoro, os Montgomery. No livro anterior, conhecemos um pouco da história da pousada, como era o funcionamento anos atrás e sobre os fantasmas que habitam os quartos, principalmente o fantasma da Lizzie, de Orgulho e Preconceito. Depois da reforma da pousada, Beckett, o arquiteto da família, e Clare, amiga da protagonista deste livro, se uniram e estão prestes a se casar. Mas parece que a pousada não vai parar de unir casais.

    Leitura da Drica: O muro, Céline Fraipont e Pierre Bailly, @NemoEditora

    O Muro é uma história poética, forte e pungente, desfiada por um desenho frio como o toque de um bisturi, que arrasta o leitor pelos caminhos obscuros de uma adolescência problemática ao som do punk rock. Estamos em 1988. Numa monótona cidadezinha do interior belga, Rosie, uma menina de 13 anos, se vê entregue à própria sorte: sua mãe fugiu com outro homem numa aventura amorosa, e seu pai vive mergulhado no trabalho. Roída por uma rotina morna e vazia, Rosie fica completamente desorientada. Assiste, impotente, à transformação de sua personalidade, ora apavorada, ora determinada, diante da melancolia que a invade e traça os contornos de sua nova vida.

    O Muro
    Autores: Céline Fraipont (roteiro) e Pierre Bailly (arte)
    Título original: Le muret
    Tradução: Fernando Scheibe
    Ano: 2015
    Páginas: 192
    Editora: Nemo




    Gente, confesso que tinha um pouco de preconceito em relação a HQ e graphic novels. Era dessas, fazer o quê? Mas depois de O muro meu horizonte se alargou rsrsrsrs

    O muro é uma graphic novel que conta a história de Rosie, menina comum de 13 anos que a mãe abandonou a família para viver com o amante e vive sozinha com o pai, que trabalha demais... ou seja, vive realmente sozinha todo o período de transformações da adolescência, não fosse por sua melhor amiga.


    Enredo clichê? Até poderia ser, não fosse a abordagem direta e pungente dos autores que fala de maneira particular aos que se veem retratados na história.


    Mas não é apenas Rosie que sofre. O seu pai se afunda cada dia mais no trabalho numa possível tentativa de esquecer o abandono e nunca fala sobre o ocorrido. O que faz com que os dois se afastem cada vez mais, até se tornarem dois estranhos vivendo na mesma casa.

    Até que Rosie descobre a bebida e o cigarro, e os torna companheiros de solidão em cima do muro. Em um desses momentos de solidão em cima do muro, Rosie conhece Jô, um garoto judeu traficante, que apesar de estar sempre rodeado por pessoas, talvez viva uma solidão mais profunda do que a sua. E se descobrem perfeitos um para o outro vivendo intensamente uma aventura regada a muito punk rock dos anos 80, como The Cure (como não amar???).

    A edição em brochura tem formato 17 x 24 cm, capa cartonada com orelhas, papel offset de boa gramatura e impressão.


    A história é fantástica, os traços são espetaculares, e forma como a Céline conta a história através dos olhos da Rosie traz uma dose maior de realidade. Adorei os desenhos serem coloridos em preto e branco, a intensidade do nanquim dá uma dramaticidade maior a cada quadrinho.


    História pesada? Mas tratada com muita leveza e humanidade, que mostra o que temos de melhor e pior dentro de nós, e sem uma lição de moral no final.