• Home
  • Sobre o Blog
  • Colaboradores
  • Contato
  • O Diário de Myriam, Myriam Rawick

    De um lado, uma menina judia que passou anos escondida no Anexo Secreto tentando sobreviver à guerra de Hitler. De outro, uma garota síria que sonha ser astrônoma e vê seu mundo girar após a eclosão de um conflito que ela nem mesmo compreende. Mesmo separadas por mais de setenta anos, Anne Frank e Myriam Rawick têm um elo comum: ambas são símbolos de esperança e resistência contra os horrores de um país em guerra e acreditam no poder das palavras.
    ‘O Diário de Myriam’ é um registro comovente e verdadeiro sobre a Guerra Civil Síria. Escrito em colaboração com o jornalista francês Philippe Lobjois, que trabalhou ao lado de Myriam para enriquecer as memórias que ela coletou em seu diário, o livro descortina o cotidiano de uma comunidade de minoria cristã que sofre com o conflito através dos olhos de uma menina.
    Assim como acompanhamos a Segunda Guerra Mundial pelos olhos da pequena Ada em A Guerra Que Salvou a Minha Vida e A Guerra Que Me Ensinou a Viver, O Diário de Myriam apresenta a perspectiva de uma menina que teve sua infância roubada ao crescer rodeada pelo sofrimento provocado pela Guerra da Síria, iniciada em 2011. Myriam começou a registrar seu cotidiano após sugestão da mãe, que propôs que ela contasse tudo aquilo que viveu para, um dia, poder se lembrar de tudo o que aconteceu.
    Escrito entre novembro de 2011 a dezembro de 2016, o diário alterna entre as doces memórias do passado na cidade de Alepo e os dias doloridos e carregados de incertezas. E é com a sensibilidade de uma autêntica contadora de histórias que ela narra a preocupação crescente de seus pais com as notícias na tv, as pinturas revolucionárias nos muros da escola, as manifestações contra o governo, a repressão, o sequestro de seu primo e, por fim, os bombardeios que destroem tudo aquilo que ela conhecia
    O Diário de Myriam
    Ano: 2018 
    Páginas: 320
    Idioma: português 
    Editora: DarkSide Books
    “ Adoraria que um dia as estrelas da minha bandeira fizessem parte de uma constelação e pudessem ser vistas por qualquer pessoa de qualquer parte do nosso planeta.” 

    Gostaria de saber se existe alguma forma de não se apaixonar por este livro.

    Gostaria de saber se algum dia alguém descobrirá uma forma de parar a irracionalidade humana, a sede de poder, a crueldade, o ódio, o preconceito.

    Gostaria de saber se existe alguma maneira de ler todos os relatos deste livro e não lembrar de quando eu era pequena e tínhamos apenas uma única TV com dois canais disponíveis: Globo e SBT, eu e meus pais nos reuníamos na sala para assistir ao jornal, quando começavam a falar da revolução Iraniana e meu pai, assim como o pai de Myriam fazia, sempre pedia para eu pegar algo na cozinha para eu não ouvir o que era apresentado, mas eu sempre ouvia... Eu sempre ouvi... Ouço! Isso é o que mais dói: saber que os conflitos no Oriente Médio parecem não ter fim e que tantas pessoas inocentes sofrem.

    Até lá, só nos resta ler e acompanhar as notícias e continuar estarrecidos e impotentes diante da contínua brutalidade humana.

    O diário de Myriam caiu em minhas mãos por um milagre de Deus, pois nunca saberia de sua existência antes do início de sua campanha de marketing e, graças a uma resenha minha do Diário de Anne Frank,  me enviaram a prova antecipada para ler. Pena que na época estava terminando o semestre da pós e não pude ler imediatamente.

    Mas como diz o ditado: Antes tarde do que nunca, não é mesmo?

    E posso garantir a você que leitura é maravilhosa, mesmo tendo gastado todos os lenços de papel que tinha em casa. Oh.Meu.Senhor, ajudai-me! Acho que nunca chorei tanto por causa de uma caixa vermelha amassada em que Myriam vê toda sua infância perdida.


    O livro da Darkside é um conjunto detalhado de como o diário de uma menina síria acabou sendo publicado na França no ano passado e agora chega às nossas livrarias. O correspondente francês Philippe Lobjois conta como conheceu Myriam e sua mãe Antônia e como sentiu a necessidade de transformar o singelo diário da menina em um grito ao mundo. Que parece estar sem ouvidos...

    Strong Woman Do Bong-soon



    E lá vamos nós de novo nesse buraco de coelho branco.

    Se você está acompanhando as nossas postagens sabe que eu recentemente descobri um mundo inteiramente novo, o mundo das séries asiáticas ou mais comumente chamadas de doramas.

    Pensem em um caminho sem volta.


    Mas, vamos lá.

    Então, felizmente ou infelizmente (não sei ao certo ainda) minha jornada de trabalho não é continua durante o dia e, às vezes, me vejo sentada, completamente entediada, em uma cadeira dura, esperando por uma, duas ou mais horas pelo meu próximo compromisso do trabalho.

    O que eu faço para matar o tempo? Vejo Doramas e agradeço mil vezes à pessoa que inventou a opção de visualização offline do Netflix (e, às vezes, do DramaFever).

    Strong Woman Do Bong Soon conta a história da Bong Soon, a descendente de uma longa e estranha linhagem. Na família dela, todas as mulheres (e só as mulheres) nascem com uma super força (quando eu digo super força, é um negócio pegada Hulk) e uma maldição que dita que se os seus poderes forem utilizados de forma não honrosa, os mesmos serão tirados na calada da noite e, em troca, o azar e a doença aparecerão.

    Book preview do novo livro de Becky Chambers ❤🚀


    Debate e noite de autógrafos do livro Eu e não outra


    Dica do Dan