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  • À Convite - Priscila Gonçalves: Volta para mim, Mila Gray - @Arqueiro

    Volta Para Mim
    Mila Gray

    Ano: 2016

    Páginas: 272

    Editora: Arqueiro

    Sinopse:
    Kit Ryan está de volta à sua amada Califórnia, de folga do serviço militar. Conquistador inveterado, ele só quer aproveitar as quatro semanas livres antes de retornar ao trabalho, mas se vê atraído pela irmã de Riley, seu melhor amigo. Há tempos Jessa Kingsley chama sua atenção, porém a família superprotetora dela sempre foi um obstáculo.
    Desta vez, contudo, Kit desiste de lutar contra os próprios sentimentos e logo Jessa se rende ao seu charme. O que começa apenas como um romance de verão rapidamente se torna um relacionamento apaixonado.
    Quando chega a hora de Kit voltar ao serviço com Riley, nem ele nem Jessa estão prontos para se despedir. Ela enfim está seguindo os seus sonhos e ele descobriu alguém por quem sacrificaria tudo. Jessa promete esperá-lo e Kit garante que voltará para ela. Não importa o que aconteça.
    Mas então uma visita inesperada traz uma notícia trágica: uma das pessoas que ela mais ama morreu em serviço. Quem terá sido? Seu irmão ou seu namorado?
    Em Volta Para Mim, Mila Gray constrói uma história de tirar o fôlego sobre amor, amizade e família, conduzindo o leitor por uma jornada de superação e autodescoberta.


                        


    Volta Para Mim é um romance dramático e encantador, escrito pela Sarah Alderson, sob o pseudônimo de Mila Gray. Quando uma história clichê é bem escrita, é uma delícia de ser lida, e foi justamente o que aconteceu aqui. Li em alguns locais sobre a extrema submissão em relação ao pai da protagonista, e alguns deles citando o exagero. Como alguém que já passou diversas vezes por situações parecidas, inclusive a do namoro escondido, sei que não há exagero ali. São casos que infelizmente acontecem até hoje.

    Jessa se viu sozinha com o pai que volta e meia tinha surtos, quando seu irmão, Riley decide "fugir" da situação em casa, se voluntariando para o serviço militar. Os surtos passaram a fazer parte da vida da família, quando ele retorna da guerra com transtorno de estresse pós-traumático, porém não se trata e não assume o problema. Ele, junto ao seu melhor amigo Kit, acabaram seguindo os passos dos pais, servindo a pátria. Jessa sempre fora apaixonada pelo Kit, que além de não a notar, era um verdadeiro galinha, e como ela era tratada como irmã, sabia muito bem disso. 


    Ela estuda em um colégio religioso, comandado por freiras, e está prestes a ir para a faculdade. E até mesmo isto, ela está fazendo para agradar o pai, e não irritá-lo. A sua intenção era cursar artes cênicas, em uma Universidade um pouco mais distante, porém ele a quer perto dele, sem precisar morar em um campus, mesmo que para isso ela não curse aquilo que realmente deseje. 

    Kit, antes um galinha, após perceber que Jessa tinha crescido, passa a enxergá-la com outros olhos. Mas ele sabia que aquilo não daria certo, pois o pai da Jessa, além de não tratar seu transtorno, tinha brigado com seu pai, e depois disso eles se tornaram inimigos. Além de tudo, nutria pelo Kit um sentimento de ódio. Sempre que Kit e Riley se metiam em confusão, ele dava um jeito de transferir toda a culpa para o Kit. 

    Quando os dois retornam de uma missão de 9 meses, é justamente no aniversário da Jessa. O Kit aparece, e fica muito pouco por conta do pai deles. Mas é a partir deste aniversário que eles percebem que há um sentimento mútuo entre eles. Depois disto, durante à noite, ele a procura, e eles acabam passando a noite juntos, rodando pela cidade. O relacionamento dos dois vai se intensificando, e ficando mais sério. E eles percebem que já não podem mais esconder o que sentem. 

    Quando eles precisam retornar em uma missão, descobrem que irão para o Afeganistão, Kit e Riley ficam apreensivos, mas sabem que precisam ir e prometem cuidar um do outro. E quando o pai do Kit aparece com carros oficiais militares, para contar que um dos dois tinha morrido, o mundo de Kit desaba (isto não é um spoiler, pois se encontra na sinopse, e é como o livro começa). 

    O livro é muito bem construído, e os personagens muito bem moldados para cada situação. O mistério que envolve o ódio do pai de Jessa e Riley, por Kit, é solucionado logo no fim do livro, mas ainda assim não achei motivo para tamanho ódio. É um livro que nos permite algumas lições, e algumas lágrimas. Foram poucas, pois eu já sabia que alguém morreria, mas ainda assim, elas desceram.


    7 comentários :

    1. Olá!
      Muito boa sua resenha, parabéns. Tenho certeza que esse será mais um romance de sucesso, entre os fãs do gênero. Sinceramente a premissa desse livro não me atrai, então deixo passar, pois minha lista de leituras já está imensa. Talvez em algum outro momento venha a ler o mesmo. Obrigada pela dica. Beijos.

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    2. Romances me ganham por si só, a única coisa que me faz não gostar de um romance é quando o casal é muito infantil ou fica cheio de mimimi e você descobre o final do livro nas três primeiras páginas, fora isso eu adoro quase todos! Outra coisa que adoro em romances são as capas e fico me imaginando no lugar da personagem. (suspiro). Também fiquei aqui pensando como seria se alguém que eu amo morresse e eu não soubesse logo quem era! Que aflição! Boa resenha

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    3. apesar de eu conhecer um monte de gente que colocou um monte de corações nesse livro ele continua sem me dá vontade de ler...
      é muito clichê e por mais que digam que a escrita da autora é uma delicia ainda não me fez ter vontade de ler; na verdade acho q o problema não é ser clichê, tem algo na história que não me atrai...
      (sem falar numa lista enormes do q eu quero ler)

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    4. Oi Priscila ,

      Lembro que li uma resenha que apesar de não ser negativa destacava os pontos que você sitou no inicio da resenha e por isso a pessoa não tinha gostado tanto da narrativa. Apesar disso não me desanimei com o desejo de ler e sua resenha reforça essa vontade em mim.
      Não me importo de um livro ser clichê, mas sim se ele será bem escrito. Você achou que foi e o enredo me parece bem interessante. Então, claro que o livro continua na lista de desejados.

      Bjs

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    5. Chocada! Não sabia que Mila Gray era um pseudônimo
      Concordo, todo clichê vira uma excelente história quando é bem escrito, gosto de dramas e pelo que pude perceber, os personagens são bem construídos. Não tinha vontade de ler o livro, mas ao ler a resenha coloquei como desejado e quero para ontem!

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    6. Oi!
      Faz um tempo que quero ler esse livro, gostei muito dessa historia principalmente os tema que a autora trata no livro, confesso que estou bem curiosa para descobrir qual dos dois morreram e esse parece ser o tipo do livro que nos faz apaixonar pelos dois personagens e ficar com o coração na mão, esse é um livro que está na minha lista de leitura !!

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    7. Oi! Não conhecia nem autora nem obra, e discordo de vc que um cliche bem escrito é uma delicia. Eu estou realmente cansada desses romances q são todos iguais, sabe? Pq é o que acontece com clichês. A história de 'mãe é tudo igual, só muda o endereço' é valida pra cliches, ainda mais se forem romances. Ok, os personagens serem bem construidos é um ponto positivo, mas meh

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