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  • A farsa, C.L.Taylor

    Um thriller psicológico eletrizante, perfeito para fãs de A Garota No Trem e Garota Exemplar. Jane Hughes tem um namorado carinhoso, um bom emprego no abrigo de animais local e uma casa confortável no interior do País de Gales. No entanto, embora pareça estar feliz, vivendo uma vida perfeita, tudo isso não passa de uma farsa. Jane Hughes não existe de verdade. Há cinco anos, ela e suas melhores amigas saíram juntas em uma viagem que prometia ser a melhor de suas vidas. Contudo, o que era para ser o ápice de sua juventude rapidamente se transformou em um pesadelo aterrador que culminou com a morte de duas amigas. Jane fez o melhor que pôde para deixar o passado para trás, assumindo um novo nome e uma nova vida. Mas alguém sabe a verdade sobre o que aconteceu. Alguém que não irá parar até ter destruído Jane e tudo o que ela ama.
    A Farsa
    Todo mundo tem algo perigoso a esconder.
    Ano: 2018 
    Páginas: 393
    Idioma: português 
    Editora: Bertrand Brasil

    Falou em thriller psicológico já sabe que lá vou eu me aventurar, não é? Gosto daquela sensação do suspense, de olhar por sobre o ombro porque parece que tem alguém lhe observando, mas A Farsa não conseguiu saciar essa minha sede.

    A Farsa começa contando a história de Jane Hughes, garota aparentemente comum que trabalha em um abrigo de animais (e por isso virei fã dela!), tem um namorado e parece levar uma vida normal. Mas tudo muda quando ela recebe um bilhete que diz:

    “Eu sei que o seu nome verdadeiro não é Jane Hughes.”

    A protagonista logo nos revela que o seu nome verdadeiro é Emma Woolfe, mas, a cinco anos, criou uma nova identidade para deixar para trás acontecimentos do seu passado.

    A partir daí o livro é contado alternado presente e passado, levando o leitor a somar as peças para entender o que aconteceu quando 4 amigas decidem fazer uma viagem juntas para o Nepal. Mas essa viagem será um retiro em busca de espiritualidade, nada de farras, rapazes ou diversão. A intenção é curar a alma.

    No passado, vamos acompanhar um crescente de fatos que vão desde a fragilidade da lealdade das amigas até a participação em uma comunidade isolada de comportamento doentio e psicótico, que acabará em tragédia. Tragédia essa que Jane que que fique apenas no seu passado. Enquanto que no presente de Jane vamos observar como ela será torturada por esse passado oculto, afinal, parece que alguém veio cobrar satisfações em relação ao que aconteceu.

    Com todos os elementos para ser aquela história que não te deixa pregar os olhos enquanto não termina, C. L. Taylor pecou pela lentidão da narrativa com excesso de descrições e diálogos infinitos que versavam sobre a mesma coisa, fazendo com que o clima de suspense se perdesse ao longo de inúmeras páginas.

    Ainda assim, o livro vale à pena pelo seu enredo e, principalmente pelo seu final. Esse compensou a leitura morosa e me fez entender que talvez esse seja o estilo de escrita da autora.


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