Scarlet, Marissa Meyer



Depois de Cinder, estreia de sucesso de Marissa Meyer e primeiro volume da série As Crônicas Lunares, que chegou ao concorrido ranking dos mais vendidos do The New York Times, a autora está de volta com mais um conto de fadas futurista. Scarlet, segundo livro da saga, é inspirado em Chapeuzinho Vermelho e mostra o encontro da heroína ciborgue que dá nome ao romance anterior com uma jovem ruiva que está em busca da avó desaparecida.
Em uma trama recheada de ação e aventura, com um toque de sensualidade e ficção científica, Marissa Meyer prende a atenção dos leitores e os deixa ansiosos pelos próximos volumes da série.

Scarlet
Crônicas Lunares #2
Ano: 2014 
Páginas: 480
Idioma: português

Resenha sem spoilers do livro 1

Livro 2 da série Crônicas Lunares. 

Apesar de ser uma continuação da história de Cinder, Confesso que Scarlet, cuja história é baseada no clássico Chapeuzinho Vermelho, consegue roubar a cena mas sem lhe tirar o brilho.

Desesperada com o misterioso desaparecimento de sua avó e a indiferença da polícia de Riex para investigar o caso, Scarlet não se deixa abater e continua a investigação por conta própria e ainda administra a fazenda da família. Corajoso, decidida e, por vezes, impulsiva, ninguém consegue fazê-la acreditar que a avó está morta ou desapareceu por vontade própria por ter deixado para trás o seu chip de identificação. 

Em sua busca, Scarlet vai contar com a ajuda de Lobo (sim, esse é o seu nome!), um desconhecido, misterioso e lindo lutador de rua. Para acrescentar mistérios a essa história, o pai de Scarlet, que a abandonou ainda criança, reaparece dizendo que a avó está em poder de pessoas que buscam informações sobre a princesa Selene. E é a partir daqui que os mundos de Scarlet e de Cinder vão se encontrar, já que as duas tem em comum a necessidade de encontrar respostas sobre a princesa e conquistar a tão sonhada liberdade. 

Marissa Meyer me surpreende mais uma vez e consegue unir duas grandes protagonistas no mesmo livro sem negligenciar nem ofuscar nenhuma das duas fazendo com que suas histórias se misturem mas não se apaguem em nenhum momento. E ainda sobra espaço para novos personagens e um novo romance sem deixar para trás as origens da história, personagens antigos como príncipe Kai e a rainha lunar. 

Scarlet vem no mesmo ritmo de Cinder e deixa o leitor com a urgência de ler Cress.

 

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