Sangue Dourado, Namina Forna


Na aguardada sequência de Sangue dourado, best-seller do New York Times, Deka está a cada dia mais poderosa, porém, antes de usar qualquer superpoder precisará aprender em quem confiar. Ideal para os fãs de Pantera Negra, N. K. Jemisin e Octavia Butler.

Já se passaram seis meses desde que Deka libertou as Douradas e descobriu não apenas quem realmente é, mas também qual o seu propósito no mundo. Agora, o reino inteiro está em guerra. Os oterianos veem todos os aliados de Deka como traidores. E ela própria é chamada de monstro.

Mas a verdadeira batalha está apenas começando. Encarregada de libertar o restante do exército das deusas, Deka se depara com um símbolo estranho assim que inicia a tarefa, e ele está em todos os lugares, até nas armaduras de seus inimigos. Há algo incomum no símbolo, fazendo Deka sentir náuseas só de olhar. E, para piorar, o símbolo parece bloquear seus poderes. Ela não pode comandar ou se comunicar com os novos uivantes da morte. Na verdade, ela nem sequer consegue entender o que eles falam.

Há algo sinistro conectado ao símbolo, algo cruel que ameaça toda a humanidade. Ela e seu exército precisarão descobrir do que se trata e pará-lo o mais rápido possível. Caso contrário, mesmo cada vez mais forte, Deka talvez não dê conta de levar Otera ao tempo de paz e igualdade com que tanto sonha.
Sangue Cruel
Imortais #2
Ano: 2022 
Páginas: 434
Idioma: português
Editora: Galera Record

Sangue Cruel é o segundo livro da série Imortais e vai encontrar Dela 6 meses após a guerra que começou em Sangue Dourado.

Deka está mais forte do que nunca e, junto com as Alakis, formam um exército poderoso que trabalha em prol das antigas deusas de Otera e luta para libertar mulheres como elas da opressão masculina e da religiosidade do seu povo. 

Mas o exército inimigo está sendo protegido por um símbolo estranho que parece bloquear seus poderes e transmite a Deka a sensação de que toda a humanidade está em perigo. Em busca de informações, Deka terá a chance de conhecer o outro lado da história da Deusas, mas terá que ser perspicaz para escolher em quem acreditar e de que lado vai ficar.

Quero ressaltar aqui a importância dos personagens secundários, pois sem Britta, Adwapa, Asha, Belcalis, Keita e os urunis essa história não seria tão incrível.  

Com uma narrativa mais densa e reflexiva, também o romance acompanha essa linha. A autora continua falando sobre empoderamento e protagonismo feminino, sem deixar de lado o protagonismo trans e gay com muita propriedade, derrubando rótulos e quebrando preconceitos.

Uma sequência incrivelmente bem construída que só faz aumentar a ansiedade pelo próximo livro.

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