Poético e perturbador, Garotas tristes é um intrigante romance em que amor, segredos e tragédias colidem.
Seu primeiro amor não é a primeira pessoa a quem você dá o coração: é a primeira que o quebra.
O luto toma conta da cidade quando Ana tira a própria vida, mas é Audrey, uma colega de classe pouco próxima da garota, que o sente mais profundamente: uma mentira inventada por ela pode estar por trás do suicídio. Lucy e Candela, suas melhores amigas, ajudam-na a manter a história em segredo, sem saber que a trama toda foi inventada por ela.
Após o ocorrido, a vida das garotas entra numa espiral decadente. Entre os ataques de pânico constantes de Audrey, a nova rotina obscura de Candela e a tentativa de mediação de Lucy, uma amizade até então estruturada começa a ruir. Um novo romance parece ser exatamente o que Audrey precisa, mas o misterioso Rad não pode ser o par ideal. Ou pode?
Enquanto tenta equilibrar um romance inadequado, o começo de uma carreira e o próprio egoísmo, Audrey tem que lidar com as consequências de seus atos: a ansiedade constante e a forma como sua mentira afetou todos ao seu redor.
“Lang Leav ataca nada menos que o amor, em todos os seus aspectos complexos, confusos e esplêndidos.” Elle Magazine
“Incrivelmente poderoso, Garotas tristes é outro livro que o fará pegar a caixinha de lenços.” BUSTLE
“Leav faz parte de uma nova geração de autores best-sellers, elevados a celebridade e com propostas de livros cobiçadas.” The Guardian
Garotas Tristes
Ano: 2018
Páginas: 416
Páginas: 416
Idioma: português
Tem como um livro de
levar do amor ao ódio em apenas uma virada de página??? Garotas Tristes fez
isso comigo.
Audrey, Lucy e
Candela são melhores amigas. Estudam na mesma escola e moram numa cidadezinha
onde nada acontece. Freddy, namorado de Lucy, e Duck, namorado de Audrey, ajudam
a formar esse grupo praticamente inseparável.
"Relacionamentos são coisas complexas. Na superfície deveria ser simples. Mas é como cebola. Tantas camadas ali."
Seria apenas mais
uma noite de conversa fiada entre as amigas se não fosse por Audrey resolver
inventar uma mentira, mas não uma daquelas mentiras que a gente julga ser inocente
(apesar de não acreditar que existam mentiras inocentes, diga-se de passagem). Essa mentira cresce e se espalha por toda a cidade
levando Ana ao suicídio...
Audrey se sente culpada,
mas não tem coragem de contar a verdade para ninguém, nem mesmo para a sua
psicóloga ou melhores amigas. Em função disso ela passa a ter crises de
ansiedade de paralisar.
"Quanto mais forte a emoção, mais forte o puxão. Sentimentos não são sempre práticos, nem fazem qualquer sentido lógico. E só o jeito que as coisas são."









