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Books da Gata: The Best of Adam Sharp, Graeme Simsion

Adam Sharp is content. He gets on well with his partner, Claire, he does the occasional consulting job in IT to keep busy, and while he doesn’t play the piano much anymore, he is the music expert at the local pub’s trivia night. Life may not be rock ’n’ roll, but neither is it easy listening. And yet, something has always felt off-key.
And that’s his nostalgia for what might have been, his blazing affair more than twenty years ago with Angelina Brown, a smart and sexy, strong-willed actress who taught him for the first time, as he played piano and she sang, what it meant to find—and then lose—love. How different might his life be if he hadn’t let her walk away?
And then, out of nowhere, Angelina gets in touch. Adam has sung about second chances, but does he have the courage to believe in them?
The Best of Adam Sharp is about growing old and feeling young, about happy times and sad memories, about staying together and drifting apart, but most of all, it’s about the power of the songs we sing when we fall in love.

The book tells in first person the love dilemmas of Adam, a 49 year old English man who is experiencing a crisis in his marriage and thanks to this crisis and an email he received with a simple Hi, he begins to remember the best three months of his life when he met in Australia what he calls The Great Love of his Life, the young actress Angelina. They lived a passion overwhelming in their youth and Adam never recovered nor move on cause this girl. 

So far it seems okay, plus a love of youth that did not work, but following with his narrrative Adam reveals to me as a weak man who decidedly did not know how to fight for whom he loved and I still say he took advantage of the vulnerability and fragility of Angelina. He loved her but believed that he was not enough for her and he kept waiting for her to take the initiative of something more serious and concrete, since she had just gotten out of a relationship with a guy who only diminished and despised her. 

The book switches to the present and past til half of it and then staying in the present at the moment Adam needs to define his life and demonstrate for the first time what he wants from the future. 

I confess that if I knew that the book would be about impossible love, I would not have taken to reading because I always get very shaken with this type of reading that in 47% of the book i was already having a strong hangover. Worse than that was to realize at the end that the book was inspired, in a sort of way, in Casablanca, film that left me devastated for months. 

Lucky me that the writer knew how to create the suspense of how this love story would end and also put together a beautiful plot between Angelina and Adam all dialogued by beautiful and great songs, because otherwise I really do not know if I would have risked reading it until the end. I reached the end without knowing why the two could not be together at present either in the past and I got confused enough in some moments. 

Conclusion: the book is an adult-themed book that shows how well the human mind is complex and consequently how relationships are complicated. 


Adam Sharp está contente. Ele se dá bem com sua companheira, Claire, ele faz ocasionalmente o trabalho de consultoria em TI para manter-se ocupado e, por enquanto, ele não toca mais tanto o piano, mesmo que  ele seja o especialista em música na noite de trívia do pub local. A vida não poderia ser melhor. E, no entanto, algo sempre parecia estar faltando.
E essa é a sua nostalgia pelo que poderia ter sido, o seu caso ardente há mais de vinte anos com Angelina Brown, uma atriz inteligente e sexy, bondosa que o ensinou pela primeira vez, enquanto tocava piano e cantava, o que significava encontrar - e então perder - o amor.
Quão diferente poderia ser sua vida se ele não a tivesse deixado ir embora? E então, do nada, Angelina entra em contato. Adam cantou sobre segundas chances, mas ele tem a coragem de acreditar nelas?
O melhor de Adam Sharp é sobre envelhecer e sentir-se jovem, sobre momentos felizes e memórias tristes, sobre ficar juntos e distanciar-se, mas acima de tudo, é sobre o poder das músicas que cantamos quando nos apaixonamos.

Pode conter spoilers!!!

O livro narra em primeira pessoa os dilemas amorosos de Adam, um homem inglês de 49 anos que está vivendo uma crise em seu casamento e, graças a esta crise e a um email que recebeu com um simples OI, ele começa a relembrar os melhores três meses de sua vida quando conheceu, na Austrália, o que ele chama de O Grande Amor de sua Vida, a jovem Angelina. Eles viveram uma paixão avassaladora na juventude e Adam nunca se recuperou nem superou a garota.

Até aí parece tudo bem, mais um amor de juventude que não deu certo. Mas, ao seguir com seu relato, Adam se revela, a meu ver, um homem fraco que decididamente não soube lutar por quem ele amava e ainda digo mais: ele se aproveitou da vulnerabilidade e fragilidade de Angelina. Ele realmente a amava mas não se achava suficiente para ela e ficava a todo instante esperando que ela tomasse a iniciativa de algo mais sério e concreto, sendo que ela tinha acabado de sair de um relacionamento com um cara que só a diminuía e menosprezava.

O livro alterna até a metade entre presente e passado e depois se estabelece no presente, no momento em que Adam precisa definir sua vida e demonstrar, pela primeira, vez o que quer do futuro.

Confesso que se eu soubesse que o livro seria sobre amores impossíveis, eu não teria pegado para ler pois sempre fico muito abalada com este tipo de leitura, tanto que em 47% do livro eu já estava com uma forte ressaca. Pior ainda foi perceber no final que o livro foi inspirado, de certa forma, em Casablanca, filme que me deixou arrasada por meses. 

Sorte que o escritor soube criar o suspense de como terminaria esta história de amor e também montou uma trama linda entre Angelina e Adam toda dialogada por músicas, porque senão realmente não sei se eu teria me arriscado a ler até o fim.

Cheguei ao final sem saber porque os dois não puderam nem podiam ficar juntos e me confundi bastante com as passagens de tempo em vários momentos.

Conclusão: o livro é um livro adulto, com temática adulta, que mostra bem como a mente humana é complexa e, consequentemente, como relacionamentos são complicados.

Beijos, Myl


Estante da Tata: O Efeito Rosie, Graeme Simsion - @Record

A sequência do best-seller internacional O Projeto Rosie.
O Projeto Rosie foi concluído, e Don e sua amada estão morando em Nova York. Ele é professor na Universidade de Columbia, e Rosie cursa o primeiro ano do programa de doutorado em medicina. Tudo vai muito bem até o dia em que ela anuncia: “Estamos grávidos.”
Diante do desafio ainda maior do que encontrar uma esposa, Don não vê alternativa a não ser iniciar o Projeto Bebê. Ao tentar definir os protocolos para se tornar pai, usando seu estilo de pesquisa peculiar e suas habilidades sociais – ainda baixíssimas –, Don, é claro, acaba se metendo em várias confusões e mal-entendidos. Agora ele corre o risco de ser processado, deportado, de perder a credibilidade profissional e, o pior, de perder Rosie para sempre.
Prepare-se para rir, chorar e se emocionar novamente com o professor de genética mais carismático de todos os tempos.
O Efeito Rosie
Projeto Rosie # 2
Ano: 2016
Páginas: 416
Editora: Record

Algumas resenhas são mais difíceis de escrever que outras. A resenha de O Efeito Rosie me deixou meio doida.

O Efeito Rosie começa mais ou menos alguns meses depois do final de O Projeto Rosie. O Don e a Rosie estão casados, morando em Nova York e, aos poucos, se adaptando a vida de casados quando a Rosie anuncia algo que mudará completamente a dinâmica entre eles.
(...) depois de dez meses e dez dias de casamento, eu ainda estava me adaptando ao fato de ser um dos componentes de um casal. Ás vezes eu ficava mais tempo do que o estritamente necessário no banheiro.

Estante da Tata: O Projeto Rosie, Graeme Simsion - @Record


Para Don Tillman, não há nada que não possa ser solucionado com meia hora de pesquisa científica. Exceto lidar com as mulheres.
Até o momento, a única coisa não esclarecida pelos estudos no campo de atuação de Don, a genética, é o motivo para sua incapacidade de arrumar uma esposa. Uma namorada ao menos? Ou até mesmo uma amiga para somar ao seleto grupo de amigos de Don, formado por Gene, também professor na universidade, e a mulher dele, Claudia, psicóloga e esposa muito compreensiva. Para solucionar esse problema do modo mais eficaz, Don desenvolve o Projeto Esposa, um questionário meticuloso que irá ajudá-lo a filtrar candidatas inadequadas a seu estilo de vida: fumantes JAMAIS, e mulheres que se atrasam por mais de cinco minutos ou que usam muita maquiagem estão fora dos critérios pouco flexíveis que o levarão à mulher ideal. O único problema é que um questionário desse tipo exige tempo e dedicação, duas coisas que começaram a diminuir exponencialmente no cotidiano de Don desde que ele conheceu Rosie: fumante, vegetariana e incapaz de chegar na hora marcada. Ou esse era o único problema até Rosie entrar na vida de Don e – despretensiosamente, uma vez que ela nunca se candidatou ao Projeto Esposa – mostrá-lo que a mulher ideal não existe, mas o amor, sim.
O Projeto Rosie
Graeme Simsion
Ano: 2016 
Páginas: 320
Editora: Record


Eu estava bem de boa passeando pela livraria, tentando miseravelmente evitar contato visual com os livros que estão na minha listinha de desejados, quando eu me deparo com esse livro de capa laranja berrante. Aquela capa olhou para mim, eu olhei pra ela, rolou aquela coisa e eu não tive escolha senão levar o bendito livro pra casa (#históriasdeumaviciadaemlivros).