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À convite: Cinthia Freire: Young Adults


Olá, galerinha!

Olha eu aqui de novo.

Como vocês curtiram meu post anterior, trouxe para vocês mais um. Hoje vamos falar dos Young Adults.

Os YA são livros que estão entre o juvenil e o NA, tratam basicamente da FASE MAIS COMPLICADA DA VIDA, a adolescência rsrsrs

Na grande maioria dos YA, os personagens estão no bom e velho ensino médio. Trazem em suas histórias, questões familiares, bulling, primeiro amor, virgindade, drogas, medos, amizades e todos os dilemas que cercam essa fase tão difícil. Os personagens geralmente têm no máximo 18 anos e a escola é na grande maioria das vezes o cenário principal. As cenas de sexo são muito escassas e as vezes inexistentes, mas são carregados de muito amor, fofurices, rostos corados, beijos roubados, professores chatos, trabalhos em grupo e muitas borboletinhas flutuando por aí. Os YA podem ser fofos, mas também podem ser carregados de muito drama. 

Leitura da Drica: A Geografia de Nós dois, Jennifer E. Smith - @Galera

Lucy mora no vigésimo quarto andar. Owen, no subsolo... E é a meio caminho que ambos se encontram - presos em um elevador, entre dois pisos de um prédio de luxo em Nova York. A cidade está às escuras graças a um blecaute. E entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles descobrem muitas coisas em comum. Mas logo a geografia os separa. E somos convidados a refletir... Onde mora o amor? E pode esse sentimento resistir à distância? Em A Geografia de Nós Dois, Jennifer E. Smith cria tramas cheias de experiências, filosofia e verdade.



A Geografia de Nós Dois
Título Original: This Is What Happy Looks Like
Jennifer E. Smith
Ano: 2016 
Páginas: 272
Editora: Galera Record

“Se traçassem um mapa dos dois, de onde tinham começado e de onde terminariam, as linhas seguiriam para longe uma da outra como imãs de polos opostos. E já tinha ocorrido a Owen que havia algo de profundamente errado com aquilo, que deveriam existir círculos ou ângulos ou voltar, qualquer tipo de traço que possibilitasse às duas linhas voltarem a se encontrar. Em vez disso, iam em direções opostas. O mapa era o mesmo que uma porta prestes a se fechar. E a geografia da situação – a geografia dos dois – estava completa e irremediavelmente errada.”

Lendo com a Dani: A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith - Galera

Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.





Sabe quando você bate os olhos na capa do livro e se encanta?

Se você tiver ele na estante, corra e pegue para ler agora, já, ou vai se arrepender. Ele é leve, é fofo, é dramático, é apaixonante.

Hadley Sullivan não queria viajar para Londres, além da claustrofobia, não quer assistir ao casamento do pai. Ela tem raiva dele por ter separado a família,mas seu atraso não foi proposital.

Quatro minutos, um novo voo e um rapaz gentil e britânico para ajudá-la a passar o tempo. 

Graças a uma velha ranzinza Oliver decide se aproximar de Hadley e ajudá-la com a mala. Os dois começaram a conversar e na hora do embarque o rapaz fica no assento de uma simpática senhora que enxerga adiante e vê os dois juntos no futuro.

Mas será mesmo? Qual seria A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista? 

Com a separação dos pais ela não sabe bem se acredita no amor e menos ainda em casamento. 

Hadley e Oliver são estranhos que deixam de ser desconhecidos, mas que terão seus caminhos separados no desembarque. Como será ao fim da viagem? 

Hadley tornará a ver Oliver? Ele deseja isso? Ou as horas que compartilharam não passaram de um passatempo?

A autora nos envolve, nos mostra o passado da jovem, os diálogos são bem humorados, com uma linguagem fácil. 

Acompanhar a narrativa da Hadley é fácil, bem como compreender cada sentimento que experimenta.

Nem acredito que vinte e quatro horas possam ser tão maravilhosas e completas.

O livro vem recheado de lições e vale acompanhar o aprendizado dos personagens, absorver os conselhos e desejar mais páginas para ler.

Super recomendo.


A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista
Autora: Jennifer E. Smith
Galera Record
Ano: 2013
224 páginas


Resenha da Drica: A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista, Jennifer E. Smith - Galera

Ano: 2013

Autora: Jennifer E. Smith

Editora: Galera Record

Número de páginas: 224

Sinopse:

Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

Tenho o péssimo hábito (ou não) de não ler sinopses de livros e me deixar levar pelo título ou pela capa. Bom? Ruim? Relativo! A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista foi uma grata surpresa! 

Vamos acompanhar a vida de Hadley durante 24 horas. Hadley, 17 anos, sofre de claustrofobia e está viajando, contra a sua vontade, para ser madrinha do casamento do seu pai com uma britânica que ela nem conhece. Claro que tudo o que se é feito sem muita vontade tem fooortes chances de dar errado. E é o que acontece (ou não?). Hadley se atrasa 4 minutos e perde o voo, o que a permite conhecer Oliver, 18 anos, um verdadeiro lorde, também indo para a Inglaterra e que viajará no mesmo avião que ela agora. Lamentar ou comemorar? É o que vamos descobrir.

"E se? Três letrinhas com o peso das decisões. E se você pegar o metrô e não o ônibus? Sorrir para um estranho ou baixar o rosto? E se Hadley tivesse saído de casa mais cedo? Quatro minutos. Duzentos e quarenta segundos. Por conta desse pequeno imprevisto cronológico, ela perde o voo. Mas encontra seu destino. Quem pode dizer que isso não faz parte de algum plano cósmico?"

Durante o longo voo que tem pela frente, Hadley e Oliver conhecerão um pouco um do outro, o que fará com que se apaixonem, e aprenderão um pouco com as experiências de vida do outro. 

A história atual de Hadley é, por várias vezes, invadida por suas memórias do passado que acabam nos esclarecendo como tudo se encaminhou até chegar onde estamos. Ponto para a autora, que sacia a nossa curiosidade justificando as atitudes e sentimentos de Hadley sem precisar responder a uma pergunta.

Mesmo sendo um romance a história fala da separação dos pais e de como tudo isso pode ser doloroso na vida de um adolescente, mas também fala de aceitação, de como tudo um dia se ajeita e da superação de todos esses traumas, mas de uma maneira muito leve e com um toque de humor na medida certa. 

Uma leitura um tanto quanto previsível, como todas as comédias românticas, mas que vale à pena pela leveza que usa para falar de temas densos.

Que outra maneira de saber que valeu a pena, a não ser tendo uma pessoa lá para segurar sua mão nos momentos ruins?