O homem marcado, John Florio e Ouisie Shapiro
O príncipe, Maquiavel
Esta obra constitui uma leitura essencial para quem deseja aprender a navegar melhor em ambientes competitivos e prosperar. Os princípios de Maquiavel fornecem uma base sólida para o jogo da vida em sociedade e, a despeito de muitas interpretações equivocadas, não são uma ferramenta para maldosos. Antes, servem como uma preparação para quem não deseja se tornar uma vítima constante das armadilhas do mundo.Escrito em 1513, O príncipe só foi publicado em 1532, cinco anos após a morte de Nicolau Maquiavel. E alcançou já em sua época enorme repercussão, devido ao papel fundamental que a obra representa na construção do conceito de Estado, tornando-se a peça-chave para um bom desenvolvimento do cenário político e a segurança da sociedade.Com o avanço das décadas, O príncipe não perdeu a atualidade e continua a ser visto como um tratado político para modelar a estrutura governamental dos tempos modernos.
“A soberania se conquista através da astúcia e da traição, conserva-se através da mentira e do homicídio, perde-se pela lealdade e pela compaixão”.
" Os homens hesitam menos em ofender quem inspira amor do que quem inspira medo. "
“Quem vence não quer amigos suspeitos e que não ajudem nas adversidades; quem perde não te aceitará porque não quiseste, de armas na mão, correr a mesma sorte”.
" Daí nasce uma controvérsia, qual seja: se é melhor ser amado ou temido. Pode-se responder que todos gostariam de ser ambas as coisas; porém, como é difícil conciliá-las, é bem mais seguro ser temido que amado, caso venha a faltar uma das duas. "
“Nunca foi sensata a decisão de causar desespero nos homens, pois quem não espera o bem não teme o mal.”
" Um sinal de inteligência é a consciência da própria ignorância. "
" Nunca tente ganhar pela força o que pode ser ganho pelo engano. "
" As injúrias devem ser feitas todas de uma só vez, a fim de que, saboreando-as menos, ofendam menos: e os benefícios devem ser feitos pouco a pouco, a fim de que sejam mais bem saboreados. "
" Nenhum indício melhor se pode ter a respeito de um homem do que a companhia que frequenta: o que tem companheiros decentes e honestos adquire, merecidamente, bom nome, porque é impossível que não tenha alguma semelhança com eles. "
A revolução dos bichos, George Orwell
Publicado 75 anos atrás, A revolução dos bichos mantém em sua narrativa alegórica uma reflexão fundamental para os nossos tempos. No entanto, a correlação com os fatos que inspiraram o autor a escrevê-la quase sempre foi omitida. Aqui apresentamos a obra como ela, de fato, é: uma crítica contundente a Revolução Russa, ao socialismo real que foi posto em prática e a figuras como Marx, Lenin e Trotsky. Sátira política devastadora e fábula moral espirituosa, na tradição de Esopo, La Fontaine, Swift e Voltaire, narra a rebelião dos animais de uma granja contra o dono da propriedade, em busca de uma vida melhor. Porém, não muito tempo depois, os elevados ideais de liberdade, justiça e igualdade são traídos e um novo regime de opressão substitui a tirania anterior. “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros” passa a ser o único mandamento em vigor e condensa em poucas palavras como o poder corrompe até mesmo as causas mais nobres. Em A revolução dos bichos, Orwell, espírito independente e radical nato, desencantado com os descaminhos da Revolução Russa de 1917, satiriza, por meio de uma fábula, o totalitarismo do regime stalinista, feito de mentiras, traições e terror.
“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem quem era porco.”
“Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros”
Lançamentos Faro Editorial - Janeiro/2021
Quando Jessica Farris se inscreve para um estudo conduzido por um grupo de psicologia, ela pensa que tudo o que precisa fazer é responder a algumas perguntas, receber seu dinheiro e ir embora.Mas à medida que as perguntas ficam mais invasivas, Jess começa a sentir como se soubessem o que ela está pensando… e, pior, o que está escondendo.Conforme a paranoia de Jess aumenta, fica claro que ela não pode mais confiar no que é real em sua vida e o que são experimentos manipulados pelo grupo de pesquisa. Agora, presa em uma teia de incertezas, Jess rapidamente aprende que algumas obsessões podem ser mortais.
Publicado 75 anos atrás, A revolução dos bichos mantém em sua narrativa alegórica uma reflexão fundamental para os nossos tempos. No entanto, a correlação com os fatos que inspiraram o autor a escrevê-la quase sempre foi omitida. Aqui apresentamos a obra como ela, de fato, é: uma crítica contundente a Revolução Russa, ao socialismo real que foi posto em prática e a figuras como Marx, Lenin e Trotsky. Sátira política devastadora e fábula moral espirituosa, na tradição de Esopo, La Fontaine, Swift e Voltaire, narra a rebelião dos animais de uma granja contra o dono da propriedade, em busca de uma vida melhor.Porém, não muito tempo depois, os elevados ideais de liberdade, justiça e igualdade são traídos e um novo regime de opressão substitui a tirania anterior. “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros” passa a ser o único mandamento em vigor e condensa em poucas palavras como o poder corrompe até mesmo as causas mais nobres.Em A revolução dos bichos, Orwell, espírito independente e radical nato, desencantado com os descaminhos da Revolução Russa de 1917, satiriza, por meio de uma fábula, o totalitarismo do regime stalinista, feito de mentiras, traições e terror.
“Lembro quando tu me dizias dos teus sonhos de felicidade! que mal faria a deus os nossos inocentes desejos?”Duas famílias rivais, um amor proibido e uma série de trágicos acontecimentos…Cento e sessenta anos atrás, Camilo Castelo Branco partiu de sua história pessoal e familiar para escrever um dos maiores clássicos da literatura portuguesa: Amor de Perdição.Considerada uma das principais obras do movimento ultrarromântico, marcado por idealizações do amor, paixões arrebatadoras e dores que afetam intensamente a alma, este romance, inspirado em Romeu e Julieta, atravessa décadas com a jovialidade de seus protagonistas: Simão, Teresa e Mariana.Simão, um jovem de 16 anos, comete um crime contra o pretendente de sua amada. É jogado na cadeia enquanto espera sua pena: prisão ou exílio nas Índias. Teresa é igualmente afetada, posta em clausura, e Mariana, a jovem humilde que alimenta secretamente uma paixão por Simão, vive todas as emoções de um amor platônico, devotado, com fios de esperança de um dia ser correspondida.Esta é a obra integral do livro escrito no século XIX adaptada para o português moderno.
O pior ano de todos os tempos. O que podemos esperar?A pandemia de Covid-19, que se espalhou pelo planeta, já matou mais de um milhão e meio de pessoas e impôs regras de confinamento social a populações inteiras, gerando recessão e desemprego em uma escala inimaginável, não foi a única tragédia de 2020.O ano também ficará marcado pela escalada da insanidade provocada pela polarização política e pela consolidação de uma agenda que inclui a defesa da censura, a perseguição a adversários e, na prática, a ditadura das minorias – tudo isso em nome da defesa da democracia.Luciano Trigo examina as agendas por trás das diferentes manifestações desse fenômeno na vida cotidiana, sempre buscando apontar caminhos para a sua superação. E alerta para os riscos decorrentes da erosão dos valores compartilhados, sem os quais nenhuma sociedade consegue sobreviver.Uma leitura necessária para entender os tempos muito estranhos que estamos vivendo – e para manter o equilíbrio e a sanidade em meio à nova guerra de narrativas.
Lançamentos Faro Editorial - Outubro/2020
Era só mais uma lenda urbana, uma espécie de rito de passagem para os alunos do segundo ano da Escola Preparatória Westmontt. Tudo o que você deveria fazer era seguir as coordenadas, manter sua vela acesa e torcer para não se deparar com o Homem do Espelho. Até que no verão de 2019 algo deu errado. Sete alunos estavam na floresta, mas somente cinco sobreviveram àquela noite. E agora, apenas dois estão vivos e sabem o que realmente aconteceu...
A Faro Editorial lança este mês “Nunca Saia Sozinho”, quinto livro do autor best-seller Charlie Donlea. Completando um ano na lista dos livros mais vendidos de ficção do Brasil com “A Garota do Lago”, Donlea volta neste thriller assustador sobre um crime brutal em um colégio interno, que trará uma das personagens mais queridas do leitor de volta, a investigadora forense Rory Moore.
Tudo parecia solucionado para a polícia e a direção do colégio. Dois jovens foram brutalmente assassinados numa espécie de iniciação entre estudantes do segundo ano, e ao que tudo indicava, o culpado era um dos professores do colégio, que tentou suicídio e agora jazia vegetando num hospital psiquiátrico.
Mas para a jornalista investigativa Ryder Hillier alguma peça estava faltando e ela queria descobrir, além do desejo de esfregar na cara de Mack Carter, um jornalista engomadinho que roubou a história dela e agora tinha toda a atenção da mídia com seu podcast. Até que um fato os coloca juntos na trilha de um dos sobreviventes daquela fatídica noite: Ryder e Mack encontram o garoto morto, próximo ao lugar da tragédia. Afinal por que esses adolescentes estão voltando ao local onde tudo aconteceu e tirando suas vidas?
É essa dúvida que vai levar até a pequena cidade Rory Moore, acompanhada de seu parceiro Lane Philips, vão buscar as peças que faltam nesse quebra-cabeças, e se envolvem numa história sombria, cheia de segredos, mortes e suspeitos. E, da pior maneira, vão descobrir que não podem ficar sozinhos, nem um minuto sequer!
Um dos maiores clássicos da literatura mundial, que forma e conquista leitores a gerações, que narra uma das mais belas histórias sobre amizade, amor e respeito, ganha nova edição pela Faro Editorial este mês.
O Pequeno Príncipe é uma das obras literárias mais lidas no mundo e isto se deve à sua capacidade de revelar, a cada pessoa, significados diferentes, profundos, diante de uma história aparentemente simples.
Nesta nova edição, você terá a chance de revisitar asteroides, planetas e baobás, encontrar uma certa raposa e admirar uma rosa muito especial. Escrito há mais de 70 anos, este livro é um dos favoritos de todos os apaixonados por literatura. E, até quem não tem o hábito de leitura, se encanta pela doçura do pequeno príncipe.
Ilustrado com as aquarelas do autor, a obra narra a amizade entre um piloto perdido no deserto e seu amigo inesperado, o pequeno príncipe. Seja esta a sua primeira leitura ou se já perdeu as contas de quantas vezes leu a história: prepare-se para se emocionar.
Uma das maiores escritoras negras do Brasil, a primeira e ter reconhecimento nacional ainda em vida de sua obra; cronista, jornalista, romancista, contista e tradutora Ruth Guimarães será publicada pela Faro Editorial a partir deste mês: “Contos negros” e “Contos índios”.Os contos presentes nestes livros foram extraídos unicamente da tradição oral dos povos do Vale do Paraíba, no encontro entre três estados, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. A autora seguiu, na produção desses textos, técnicas de coleta folclórica que aprendeu com o professor, Mário de Andrade, entre os anos de 1942 e 1944.Autora de mais de 50 publicações entre ensaios folclóricos, romance, contos, traduções, crônicas e reportagens, também atuou como professora que formou várias gerações. Era membro da Academia Paulista de Letras e cultivou grandes amizades ao longo de sua história, entre eles Érico Veríssimo, um fã declarado de suas crônicas e o primeiro a aclamar a obra “Água Funda”, publicado em 1946. Ruth Guimarães teve trajetória marcada não só pela literatura, com as 51 obras que publicou, entre ensaios folclóricos, romance, contos, traduções, crônicas e reportagens, mas também como professora que formou gerações.Entre seus alunos se destacam escritores como Severino Antônio e Regis Morais, e médicos como Aurelino Ferreira Júnior. Uma autora brasileira que merece ser celebrada, e que mantém seu legado vivo entre nós. Sua trajetória de pesquisadora da cultura popular e do folclore, associada a uma intensa produção erudita no campo da tradução e da crítica literária, a colocam no cenário dos grandes intelectuais brasileiros. A coleção ainda conta com dois outros livros que serão lançados no próximo ano: Contos entre o Céu e a Terra e Contos de Encantamento.Sobre “Contos negros”Ruth Guimarães soube reter da palavra contada sabedoria e continuidade: a ancestralidade viva, que atravessa territórios, corpos e histórias. Buscou essas histórias, recolheu-as, recantou-as, nos ofertando o prazer da escuta, esta chave de mil portas. De sua pesquisa e procura muitos caminhos se abrem e todos se cruzam, revelando uma rede de variados fios num tecido comum, num manto colorido. Neste livro encontramos paisagens, sínteses e imaginários que dão trilha à cultura popular brasileira, profundamente negra, em suas recriações e remodelagens do cristianismo sincrético e familiar; no jogo das transfigurações de corpo homem-mulher-animal; no idioma das águas doces ou salsas, de mina ou cachoeira. Em Contos Negros, África, como ela diz, é matéria universal, e flui. Fernanda R. Miranda–Estudiosa da obra de Ruth GuimarãesSobre “Contos índios”Este importante livro da saudosa Ruth Guimarães é um documento essencial para não esquecermos nossas próprias origens ancestrais. Creio, aliás, que este é um dos principais motivos pelo qual se escrevem livros: para não nos permitirmos esquecer o passado e, consequentemente, nosso pertencimento a um mundo em transformação. As histórias indígenas devem ser lidas com o coração. A cabeça não consegue chegar onde os sentimentos chegam. A cabeça costuma fazer juízos de valor; o coração apenas sente porque se abre ao mistério de existir. Daniel Mundukuru - professor e escritor indígena
No mês de outubro, a Faro Editorial chega com uma novidade para o mercado editorial, o lançamento do selo Avis Rara, voltado para os livros de ciências sociais.
E para inaugurar as publicações do novo selo, a editora lança o novo livro do jornalista e escritor Guilherme Fiuza, “Fake Brazil – a epidemia de falsas verdades”, que entrará em pré-venda nesta semana.
Simbolizado pela águia bicéfala, ser mitológico que representa inúmeras tradições e significados no decorrer de toda a história, além de ser o animal cujo destaque é o alcance de sua visão.
O novo selo vai concentrar os livros de não-ficção da editora, trazer clássicos do pensamento liberal, economia, apresentar novos autores nacionais e internacionais nas áreas de ciências sociais e comportamento, e incentivar a pluralidade de raciocínio e conhecimento.



















