Segundo volume de uma trilogia épica.
Quando Theodosia tinha apenas seis anos, sua mãe, a Rainha do Fogo, foi morta pelo kaiser. Ele tomou seu país e a manteve prisioneira, coroando-a como a Princesa das Cinzas e manipulando-a por dez anos.
Porém, essa época terminou. O kaiser subestimou Theo, considerando-a fraca e indefesa. Ele não percebeu que uma mente arguta é a arma mais mortal.
Agora, Theo não usa mais uma coroa de cinzas. Ela recuperou o título que lhe pertencia e fez um refém: o prinz Søren, filho do kaiser. Mas seu povo continua escravizado e ela está a milhares de quilômetros de distância.
Para recuperar o trono, ela precisa de um exército. Segundo sua tia, a temível pirata Dragonsbane, a única maneira de obter um é se casando.
Theo sabe que a liberdade tem um preço, mas ela está determinada a encontrar um jeito de salvar seu país sem precisar se perder no caminho.
ÚLTIMO VOLUME DA TRILOGIA BEVELSTOKE. Annabel Winslow está em uma grande enrascada. Ela acabou de chegar a Londres para participar de sua primeira temporada e já chamou a atenção do conde de Newbury, que está atrás de uma mulher que lhe garanta um herdeiro. Com seus quadris largos, Annabel parece especialmente fértil, o que faz dela a candidata ideal. O problema é que o conde tem no mínimo 75 anos e ainda por cima é um grosseirão inveterado. Certamente ela não tem nenhuma vontade de se casar com ele, mas sente que não tem escolha. Seu pai morreu há pouco tempo e deixou a família inteira, incluindo os sete irmãos e a mãe de Annabel, praticamente na miséria. Então, durante uma festa, ela conhece Sebastian Grey, o charmoso sobrinho do conde. E de repente se vê cortejada não apenas pelo velho assanhado, mas também pelo irresistível e misterioso jovem. Agora ela precisa decidir entre se casar com um homem que acha repugnante, e com isso garantir o futuro de sua família, e seguir o próprio coração, dando a si mesma a chance de um final feliz.
CAPA DURA E PINTURA TRILATERAL COM INTRODUÇÃO INÉDITA DO AUTOR E PREFÁCIO DE NEIL GAIMAN OS CINCO LIVROS DA CULTUADA SÉRIE O MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS REUNIDOS EM UM ÚNICO E DEFINITIVO VOLUME Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, a saga de Arthur Dent pela Galáxia conquistou fãs pelo mundo inteiro. O humor ácido e as tramas surreais de Douglas Adams se tornaram ícones de uma geração e seguem fascinando leitores de todas as idades. Reunindo todos os livros da série em uma edição de luxo, O Guia Definitivo do Mochileiro das Galáxias vai levar você por aventuras improváveis. Pegue sua toalha, divirta-se e não entre em pânico!
O Guia do Mochileiro das Galáxias – Segundos antes de a Terra ser destruída, Arthur Dent é salvo por Ford Prefect, um E.T. que fazia pesquisa para a nova edição de O Guia do Mochileiro das Galáxias. Pegando carona numa nave alienígena, os dois dão início a uma alucinante viagem pelo tempo e pelo espaço. O Restaurante no Fim do Universo – Arthur Dent e seus companheiros viajam pela Galáxia em uma busca desesperada por algum lugar para comer. Depois de fazer a refeição mais estranha de suas vidas, eles seguem pelo espaço e acabam descobrindo a questão fundamental sobre a Vida, o Universo e Tudo Mais. A Vida, o Universo e Tudo Mais – Após passar os últimos cinco anos abandona- do e sozinho na Terra pré-histórica, Arthur Dent é arrastado para uma nova mis- são: salvar o Universo dos temíveis e infelizes robôs xenófobos do planeta Krikkit. Até Mais, e Obrigado pelos Peixes! – Depois de viajar pelo Universo, ver o aniquilamento da Terra, participar de guerras interestelares e conhecer criaturas extraordinárias, Arthur Dent está de volta ao seu planeta. E tudo parece estranhamente normal – exceto pelo desaparecimento dos golfinhos. Praticamente Inofensiva – Arthur Dent, Ford Prefect e Tricia McMillan se reencontram após muitos anos vivendo separados. Mas o que deveria ser uma festejada reunião de velhos amigos se transforma numa terrível confusão que põe em risco – mais uma vez – a vida de todos.
Sabe o que eu adoro em Douglas Adams? Que, no meio de
todo aquele brilhantismo, às vezes, você se pega lendo algum absurdo tão grande
que te faz pensar: “porque eu estou lendo/vendo isso mesmo?’’ ou então ‘’O que
diabos está acontecendo aqui?´´ e o meu favorito ‘’quem são essas
pessoas/alienígenas/outros que apareceram do nada?’’.
A resenha da primeira temporada da série pode ser
lida aqui.
Mas, resumindo um pouco, Dirk Gentley é um detetive
diferente de tudo que você conhece. Ele não acredita em correr atrás de pistas
e evidências, mas sim na interconexão das coisas. Dirk é um detetive holístico,
ou seja, ele acredita que todas as ações estão ligadas e que, uma vez que ele
seja contratado para investigar um caso, tudo o que ele precisa fazer é sair
por aí sem destino ou objetivo e o universo ira prover com as respostas.
Quem acompanha o blog sabe que eu tenho um
negócio serio com Douglas Adams. Ele foi O Cara e sua morte precoce deixou uma
multidão de leitores desamparados (incluindo eu).
Quando eu comecei a ler o primeiro livro
do detetive Dirk Gentley eu lembro de pensar que só a mente loucamente brilhante
de Douglas Adams seria capaz de criar um personagem tão original, estranho e
engraçado.
Então, quando eu vi que a Netflix estava
adaptando os livros do detetive holístico para uma serie eu fiquei extremamente
feliz e preocupada.
Dirk Gentley é um detetive diferente de
tudo que você conhece. Ele não acredita em pistas e evidencias, mas sim na
interconexão das coisas. Dirk acredita que todas as ações estão ligadas e que,
uma vez que ele seja contratado para investigar um caso, tudo o que ele precisa
fazer é sair por aí sem destino ou objetivo e o universo ira prover com as
respostas.
Quando você vai lendo o livro, várias
situações, aparentemente aleatórias, são apresentadas. Você conhece vários personagens
desconexos e passa metade do livro sem entender NADA para, então, ver tudo se
unir perfeitamente de uma forma impossível.
Você não escuta qualquer coisa que
você diz? A coisa toda era óbvia! - Ele exclamou, batendo na mesa. - Tão óbvio
que a única coisa que me impediu de ver a solução foi o fato, insignificante,
que era completamente impossível. Sherlock Holmes observou que uma vez que você
tenha eliminado o impossível, então o que resta, ainda que improvável, deve ser
a resposta. Eu, no entanto, não gosto de eliminar o impossível.
A série da Netflix não adapta nenhum dos
livros publicados mas usa da concepção do detetive para criar novos casos.
Alguns diálogos dos personagens são frases famosas dos livros e existem
momentos em que o Dirk faz menção aos seus antigos casos. Fora isso, a série é
um conteúdo completamente novo que se passa anos depois do final do terceiro e último
livro.
Eu gostei da série, mas não amei. Achei o
caso investigado a cara do tipo de caso que Douglas Adams escreveria. Um caso
tão doido e sem sentido e ao mesmo tempo original e engraçado.
Reparem, Dirk é contratado por um homem muito
rico para investigar o seu próprio assassinato, assassinato este que vai
acontecer dentro de uma semana. Quando o homem de fato morre, dentro de uma suíte
de hotel e a causa da morte é declarada como ataque de um tubarão martelo (faz
sentido depois), Dirk entra em ação e começa a investigar o caso.
No primeiro episódio você já se pergunta:
Como o cara sabia que ia ser
assassinado, em que lugar e em que dia especificadamente, uma semana antes
disso acontecer?
Como o cara pode ter sido assassinado
por um tubarão martelo dentro de uma suíte de hotel?
Quem são todas essas pessoas estranhas
que aparecem em cenas aleatórias e que não explicam nada?
A primeira temporada tem exatamente 8 episódios
que eu maratonei em um dia só. Quando você começa a ver essa loucura toda você
não consegue parar até ter todas as respostas.
Eu não gostei da mudança de personalidade
do Dirk (apesar dela ter se encaixado muito bem na narrativa), eu não gostei
que eles tenham mandado ele para o Estados Unidos e que fizeram toda uma história
de origem militar para ele. Também não gostei deles darem a ele um assistente.
Mas eu adorei a criação da assassina holística
que acredita que o universo move ela de forma que ela possa matar as pessoas
que ‘’precisam ser mortas’’.
Eu também adorei os homens da van e a
pegada punk louco anarquista deles. Gostei bastante do soldado burro e das
relações entre os caras da CIA, FBI e a polícia.
No final o saldo foi positivo e eu
definitivamente vou assistir a segunda temporada que, graças a deus, já foi
confirmada.
Ps: A serie possui um tom de ficção
cientifica e os casos do Dirk sempre envolvem soluções impossíveis (é a melhor
parte na minha opinião).
Ps: No primeiro livro Dirk investiga um
caso de assassinato que envolve um sofá preso em um corredor e como isso tem relação com um gato perdido e a possível aniquilação da raça humana. No segundo livro
Dirk investiga um assassinato movido a contrato que envolve uma águia gigante e
Thor (sim, o deus nórdico). Você pode ver as minhas resenhas dos livros da série
Dirk Gentley aqui, aqui e aqui.
Douglas Adams mudou a cara da ficção científica com a série interplanetária O Mochileiro das Galáxias. Infelizmente, ele fez sua própria viagem para além da Terra cedo demais, deixando milhares de fãs órfãos. Agora mais uma vez os leitores vão poder se deleitar com a sagacidade desse grande autor.
Reunindo textos encontrados no computador de Adams após sua morte, este livro traz uma coletânea de histórias, resenhas, artigos e ensaios inéditos, além de oferecer um retrato raro da personalidade do homem por trás da obra: a devoção aos Beatles, o ateísmo radical, o entusiasmo pela tecnologia, a luta obstinada pelos animais em vias de extinção.
Mistura de homenagem póstuma ao autor com último presente a seus fãs, O salmão da dúvida é profundo, excêntrico, provocante e divertido. Entre arraias-jamantas, alienígenas de duas cabeças, teorias quânticas e sinfonias de Bach, você vai encontrar:
• Dez capítulos do livro em que ele trabalhava quando morreu.
• Um ensaio filosófico questionando a existência de Deus.
• Comentários sobre a constante evolução da tecnologia.
• Um conto protagonizado por Zaphod Beeblebrox.
• Relatos sobre sua infância, seus traumas e seu nariz.
Essa resenha é uma das mais difíceis que eu já
escrevi para o blog.
Quando eu li pela primeira vez, uns 10 anos atrás, os
primeiros capítulos de O Guia do Mochileiro das Galáxias, eu sabia que tinha um
livro especial em minhas mãos. O Guia me mostrou todo um gênero novo de livros,
um gênero que misturava comedia com loucura com física quântica e viagens
espaciais de uma forma incrivelmente inteligente.
Você está prestes a entrar no mundo sagaz,
provocador, benevolente, hilariante e viciante de Douglas Adams.
Kate Schechter devia ter prestado atenção aos avisos que o universo tentava lhe dar. No aeroporto de Heathrow, prestes a embarcar para a Noruega, a americana pensa em todos os sinais que lhe diziam para não fazer aquela viagem. Ainda assim, ela não está nem um pouco preparada para a explosão do balcão de check-in, que destrói parte do terminal.
Enquanto isso, no norte de Londres, o detetive Dirk Gently está no fundo do poço: sem dinheiro, vive de bicos como quiromante numa tendinha. Refletindo sobre seu fracasso, ele lembra de repente que, na verdade, tem um cliente e está absurdamente atrasado para o encontro aquela manhã.
Porém, o investigador chega tarde demais. Sentindo-se culpado pela sina do homem, ele resolve mais uma vez fazer uso da interconexão de todas as coisas e vê uma ligação do seu caso com os estranhos eventos no aeroporto.
Abrindo caminho em meio aos elementos mais absurdos, Dirk se depara com uma máquina de refrigerante que aparece nos lugares mais improváveis, uma águia hostil que insiste em atacá-lo, um hospital sinistro para casos exóticos, horóscopos insultuosos e uma calculadora de I Ching.
Neste delicioso livro que dá continuação à série de Dirk Gently, o leitor se surpreenderá ao observar como todas as peças do quebra-cabeça se encaixam para formar uma trama genial e hilária.
Longa e Sombria Hora do Chá da Alma
Segundo Livro da Série Dirk Gently
Dirk Gently # 2 Douglas Adams
Ano: 2016
Falar
sobre Douglas Adams é sempre complicado para mim. Eu sou fã de carteirinha do
cara e qualquer um que me conhece sabe disso. O problema é que dessa vez eu me
decepcionei um pouco. Tudo
bem, eu sabia que esse dia tinha que chegar, ele escreveu muitos livros
assombrosamente geniais, o que por si só já é assustador, e tinha que errar
alguma vez. Não
me entendam mal, o livro é muito bom, só não é incrivelmente malucamente genial
como todos os outros livros dele são.
Pela primeira vez, reunimos em um único volume os cinco livros da cultuada série O Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams.
Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, a saga do britânico esquisitão Arthur Dent pela Galáxia conquistou leitores do mundo inteiro. O humor ácido e as tramas surreais de Douglas Adams se tornaram ícones de uma geração e seguem fascinando - e divertindo - leitores de todas as idades. Pegue sua toalha, embarque nessa aventura improvável e, é claro, não entre em pânico!
A muito tempo atrás, eu estava fazendo hora no meu lugar favorito do mundo: uma livraria. Nesse lugar fantástico e magico, eu encontrei um livro estranho com o prefacio mais louco que eu já tinha visto.
Desde tempos imemoriais houve menos de
meia dúzia de mortais cujas mentes foram capazes de contemplar o universo em sua
totalidade: Einstein, Hubble, Feynmam e Douglas Adams são os nomes que surgem
em meu cérebro ínfimo e inútil. Destes poucos gênios especiais, especiais,
Douglas Adams é sem dúvida, o pensador mais hilariantemente original, embora
seja consenso geral que Einstein era melhor dançarino de funk. (...)
Eu comprei aquele livro por causa do
prefacio e foi uma das melhores compras que eu já fiz porque aquele livro era O
Guia do Mochileiro das Galáxias e ele se tornou um dos meus livros favoritos.
A
série O Mochileiro das Galáxias consagrou Douglas Adams por sua fina ironia e
sua capacidade de elaborar histórias hilárias e inusitadas. Porém, essa não foi
sua única obra-prima. Também na década de 1980, ele criou o personagem Dirk
Gently, cujos elementos principais surgiram quando escrevia episódios para
Doctor Who, outro ícone britânico da ficção científica.
Adams
morreu em 2001, deixando dois volumes sobre as aventuras do detetive
carismático e arrogante. Agora, finalmente, o primeiro livro é publicado no Brasil.
Richard
MacDuff é um engenheiro de computação perfeitamente normal que sempre se
comportou muito bem, obrigado, até o dia em que deixa uma mensagem equivocada
na secretária eletrônica de sua namorada, Susan Way. Arrependido, toma a
decisão mais natural possível: escalar o prédio dela e invadir seu apartamento
para roubar a fita com a gravação.
Na
vizinhança, Dirk Gently bisbilhota os arredores com seu binóculo quando
presencia o ato tresloucado do antigo colega de faculdade e decide entrar em
contato para lhe oferecer seus serviços investigativos. Depois de uma série de
acontecimentos bizarros, o detetive percebe uma interconexão obscura entre a
atitude estapafúrdia do amigo e o assassinato de Gordon Way – irmão de Susan e
chefe de Richard, que passa a ser suspeito do crime.
De
uma hora para outra, os dois veem-se envolvidos num caso incrivelmente
estranho, com elementos díspares e desconexos que, no final, conseguem se
encaixar de forma perfeita e construir uma trama típica de Douglas Adams.
Douglas Adams é um dos meus autores
favoritos. Ele faz parte do meu Top 10 da vida e é um dos poucos autores que eu
considero genial (Neil Gaiman está ali do lado dele nessa lista).
Os livros dele têm um tipo humor todo a
parte, completamente único que eu, pessoalmente, nunca consegui encontrar em
livros de outros autores. Seus livros fazem críticas sutis, inteligentes,
sarcásticas e bem-humoradas sobre a sociedade no meio de histórias malucamente
geniais.
"Monges eletrônicos acreditam nas coisas
por você, livrando-o daquela que vinha se tornando uma tarefa cada vez mais
árdua: acreditar em todas as coisas em que o mundo espera que você acredite”
(p.7)"