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Lançamentos Arqueiro/Sextante - Junho/2019

TERCEIRO VOLUME DA SÉRIE LENDAS DA DC.
A Mulher-Gato da autora best-seller Sarah J. Maas é o que os fãs da personagem amam: forte, independente e única.
No passado, Selina Kyle vivia no submundo de Gotham, cometendo pequenos delitos para sustentar a família. Quando a mãe a abandona, a jovem precisa tomar uma difícil decisão e entrega a irmã nas mãos de um casal que poderia cuidar bem melhor dela, longe da pobreza.
Dois anos depois, Selina retorna como a rica e misteriosa Holly Vanderhees. O que a trouxe de volta à cidade? E o que vai aprontar agora que tem como parceiras Arlequina e Hera Venenosa?
Com Batman fora em uma missão vital, Luke Fox quer provar que pode ajudar os habitantes de Gotham usando o disfarce de Batwing. Seu alvo é uma nova gatuna que se uniu às duas rainhas do crime. Juntas, as três instauram o caos.
Em meio a um jogo de segredos, mentiras e furtos, Selina se engalfinha à noite com Batwing, e se enrosca de dia com Luke Fox. Em uma trama que vai roubar o fôlego dos leitores, Sarah J. Maas mostra os primeiros momentos da ardilosa Mulher-Gato como uma das anti-heroínas mais ambíguas e amadas do mundo.

TERCEIRO VOLUME DA SÉRIE CLUBE DOS SOBREVIVENTES.
Depois de sobreviver às guerras napoleônicas, Sir Benedict Harper está lutando para seguir em frente e retomar as rédeas de sua vida. O que ele nunca imaginou era que essa esperança viesse na forma de uma bela mulher, que também já teve sua parcela de sofrimento.
Após a morte do marido, Samantha McKay está à mercê dos sogros opressores, até que planeja uma fuga para o distante País de Gales para reivindicar uma casa que herdou. Como o cavalheiro que é, Ben insiste em acompanhá-la em sua jornada.
Ben deseja Samantha tanto quanto ela o deseja, mas tenta ser prudente. Afinal, o que uma alma ferida pode oferecer a uma mulher? Já Samantha está disposta a ir aonde o destino a levar, a deixar para trás o convívio com a alta sociedade e até mesmo a propriedade que é sua por direito, por esse...


PRIMEIRO VOLUME DA TRILOGIA DISTÓPICA CRÔNICAS DA ESCOLHIDA.
Tudo começa na noite de Ano-Novo. A doença se alastra rapidamente. Em questão de semanas, a rede elétrica para de funcionar, as leis e o sistema de governo entram em colapso e mais da metade da população mundial é dizimada.
Onde existia ordem, agora só há caos. E conforme o poder da ciência e da tecnologia diminuíam, a magia crescia e tomava o seu lugar. Uma parte dessa magia é boa, como a feitiçaria praticada por Lana Bingham no apartamento que divide com o amante, Max. Outra parte dela, no entanto, é inimaginavelmente maligna, e pode se esconder em qualquer canto, numa esquina, nos fétidos túneis sob o rio ou dentro daqueles que você mais ama e conhece…

Espalham-se rumores de que nem os imunes nem os dotados estão a salvo das autoridades que patrulham as ruas devastadas, então Lana e Max resolvem deixar Nova York. Outros viajantes também seguem esperançosos para o oeste: Chuck, um gênio da tecnologia que mantém o bom humor em um mundo off-line; Arlys, uma jornalista que insiste em buscar e registrar a verdade; Fredinha, uma jovem com um otimismo que parece fora do lugar nessa paisagem desoladora; Rachel e Jonah, médica e paramédico, determinados a proteger uma jovem mãe e seus três bebês recém-nascidos.
Em um mundo em que cada estranho no caminho pode representar a morte ou a salvação, nenhum deles sabe o que encontrarão. Porém, um novo horizonte os aguarda, a concretização de uma profecia ancestral que transformará a vida de todos os sobreviventes.
O fim chegou. O início é o que vem agora.

MARIONETE É A CONTINUAÇÃO DE BONECO DE PANO, QUE FOI ESCRITO ORIGINALMENTE COMO PILOTO PARA UMA SÉRIE DE TV. 
A excelente coadjuvante do livro Boneco de pano, a detetive Emily Baxter, é a protagonista desta continuação em busca de um serial killer.
Muitos meses se passaram, mas a detetive Emily Baxter ainda lida com as cicatrizes do chocante caso Boneco de Pano e com o desaparecimento de seu amigo William Fawkes, o Wolf.
Apesar da relutância em se envolver em outra investigação horrenda, ela é convocada para uma reunião com o FBI e a CIA, onde é surpreendida com fotografias macabras de um corpo retorcido em uma pose familiar, pendurado na ponte do Brooklyn, com a palavra "isca" entalhada no peito.
Logo em seguida, uma nova vítima surge em condições idênticas. Só que, dessa vez, o corpo do assassino também se encontra na cena do crime, com a palavra "marionete" entalhada no tórax.
Quando a pressão da mídia e da opinião pública se intensifica, Baxter recebe a ordem de cruzar o Atlântico e ajudar na investigação. Enquanto as mortes se multiplicam tanto em Nova York quanto em Londres, a força-tarefa se vê impotente e Baxter precisa vencer o medo que a paralisou no último ano para impedir o sacrifício de mais vidas.

Até onde você iria por amor à sua família?
Preocupados com o filho Adam, que começou a se distanciar deles depois do suicídio do melhor amigo, Spencer, o Dr. Mike Baye e sua esposa, Tia, decidem instalar um programa de monitoração no computador do garoto. Os primeiros relatórios não revelam nada importante, mas de repente uma estranha mensagem muda completamente o rumo dos acontecimentos: “Fica de bico calado que a gente se safa.”
Enquanto isso, a mãe de Spencer, Betsy, encontra uma foto que levanta suspeitas sobre a morte de seu filho. Ao contrário do que todos pensavam, ele não estava sozinho na noite fatídica. Será que foi mesmo suicídio?
Para tornar tudo mais assustador, Adam desaparece misteriosamente. Acreditando que o garoto está correndo grande perigo, Mike não medirá esforços para encontrá-lo.
Quando duas mulheres são assassinadas, uma série de acontecimentos faz com que a vida de todas essas pessoas se cruze de forma trágica, violenta e inesperada.

Na aventura mais difícil de Myron Bolitar, seu passado vem à tona e, junto com ele, feridas que jamais se fecharam
Uma mensagem anônima deixada no Facebook da ex-estrela do tênis Suzze T. põe em dúvida a paternidade de seu filho. Grávida de oito meses, ela pede a ajuda de seu agente e amigo Myron Bolitar para descobrir o responsável por essa intriga e trazer de volta seu marido, o astro do rock Lex Ryder, que saiu de casa depois de ler o texto.
Descobrir o paradeiro de Lex não é tarefa difícil para um ex-agente do FBI. Mas, na mesma boate onde o encontra, Myron é surpreendido ao ver Kitty, a mulher que fugiu com seu irmão, Brad, e o afastou para sempre da família.
Tentando ajudar a amiga e ao mesmo tempo reencontrar o irmão mais novo, Myron se vê preso numa rede de segredos obscuros que põe em risco as pessoas que ele mais ama.
Em Alta tensão, Harlan Coben mais uma vez consegue construir uma trama envolvente, que fala de fama, ganância e rivalidade, e surpreende por seu toque humano.

“Este livro é sobre um monte de mentiras nocivas e uma verdade importante. A verdade? Você, somente você, é responsável por quem se tornará e pelo quanto é feliz. Essa é a lição.
É preciso identificar – e destruir sistematicamente – cada mentira que contou a si mesma a vida inteira. Por quê? Porque é impossível ir a um lugar novo, ou tornar-se algo diferente, sem primeiro identificar onde você está.
Você já acreditou que não era boa o suficiente? Que não era magra o suficiente? Que não era digna de ser amada? Que era péssima mãe? Já achou que merecia ser maltratada? Que nunca chegaria a lugar nenhum?
Essas mentiras são perigosas. O mais assustador é que raramente as ouvimos, porque elas ecoam em nossos ouvidos tão alto e por tanto tempo que se tornam uma espécie de ruído branco.
Mas se formos capazes de identificar a principal razão de nossas dificuldades, e ao mesmo tempo entender que temos condições de superá-las, poderemos mudar totalmente nossa trajetória.
Portanto, pare de se maltratar e não deixe que os outros a maltratem. Pare de se menosprezar. Pare de comprar coisas que não tem como pagar só para impressionar pessoas de quem nem gosta. Pare de reprimir seus sentimentos em vez de refletir sobre eles. Pare de comprar o amor de seus filhos com comida, brinquedos ou camaradagem porque é mais fácil do que agir como mãe. Pare de abusar do seu corpo e da sua mente.
Simplesmente pare!”

Neste livro, Peter Wohlleben segue o bem-sucedido modelo de A vida secreta das árvores e compartilha conosco fascinantes histórias sobre as emoções, os sentimentos e a inteligência dos animais que nos cercam.
Através de casos impressionantes de porcos leais, pássaros que traem as companheiras e galos conspiradores, ele mescla recentes descobertas científicas à própria experiência como engenheiro florestal para mostrar como os animais interagem com o mundo.
Cavalos sentem vergonha, cervos guardam luto por membros do grupo e cabras educam seus filhos. Corvos chamam os amigos pelo nome, ratos se arrependem das más decisões e borboletas escolhem os melhores lugares para seus filhos crescerem.
Você vai ver que embora sejam diferentes de nós de muitas formas impressionantes, eles são, ao mesmo tempo, mais parecidos conosco do que poderíamos imaginar.

Equipes brilhantes mergulha em algumas das organizações mais bem-sucedidas em diversas áreas – tecnologia, esportes, arte, educação e segurança nacional – para descobrir como elas funcionam.
Com base em recentes pesquisas científicas, Daniel Coyle identifica três habilidades-chave que geram coesão e cooperação, e explica de que forma grupos heterogêneos aprendem a funcionar como uma mente única.
Contando histórias de empresas e até de uma gangue de ladrões de joias, ele oferece estratégias que estimulam o aprendizado e a colaboração, geram confiança entre as pessoas e inspiram mudanças altamente positivas.
Coyle mostra como criar um ambiente onde a inovação tem espaço para florescer, os problemas são resolvidos com facilidade e as expectativas são continuamente superadas.
Ele também apresenta experiências malsucedidas que ilustram o que não se deve fazer e dá ótimos conselhos para se reverter uma cultura tóxica.
Não importa o tamanho do seu grupo, este livro vai lhe ensinar os princípios da química cultural que transforma indivíduos em equipes capazes de incríveis realizações.

Sarah J. Maas está de volta!


 

 
 

Estantate da Tata: Corte de Névoa e Fúria - Sarah J Maas - @Galera

O aguardado segundo volume da saga iniciada em Corte de espinhos e rosas, da mesma autora da série Trono de vidro.
Nessa continuação, a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, Feyre, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes de sete Grão-Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano. Incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mas, mesmo assim, ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys que se sente mais plena?
Peça-chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz. Pois um antigo mal, muito pior que Amarantha, se agita no horizonte e ameaça o mundo de humanos e feéricos.
Corte de Névoa e Fúria
Corte de Espinhos e Rosas # 2
Ano: 2016
Páginas: 658
Editora: Galera Record

Ok, minha gente, é o seguinte: essa resenha vai ser longa, meio doida e cheia de exclamações e letras maiúsculas. Mas, pelo menos, eu estou avisando desde já.

Tem quase um ano que eu li esse livro e eu venho, desde então, enrolando desesperadamente para fazer essa resenha. Aí você me pergunta: porque?

Porque essa bodega de livro foi o MELHOR livro que eu li ano passado!!!

Falando sério aqui, minha gente, quando você lê muito, principalmente quando você lê muitos livros de um mesmo gênero, fica difícil você se empolgar loucamente com uma história porque elas acabam ficando um pouco repetitivas.

Mas isso não se aplica a esse livro.

Eu passei por várias fases lendo ele.



Eu comecei com raiva e ai passei por animação, surpresa, animação louca, tristeza, raiva insana, medo, pulinhos loucos e, por fim, a fase que eu chamo carinhosamente de ''NÃO ACREDITO QUE VOU TER QUE ESPERAR UM ANO PRA SABER COMO ACABA ISSO''.

Eu li esse livro, que tem 656 páginas, em menos de 24hrs! Eu não dormi, eu comi lendo, eu virei noite e não consegui largar ou parar até chegar na última página.

Eu vou tentar, com todas as minhas forças, não escrever muitos spoilers desse livro nessa resenha. Mas, se eu ceder à tentação, me perdoem.

Seguinte, o livro começa três meses depois de onde Corte de Espinhos e Rosas parou (resenha aqui). A Feyre está vivendo na corte primaveril com o Tamlin mas nem tudo é como foi um dia. Ela está sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático por causa das coisas que ela foi obrigada a fazer durante o tempo que ela passou sob a montanha e o Tamlin parece não perceber o sofrimento dela.

Honestamente? Feyre está um saco no começo desse livro, mas ela tá sofrendo e é justificado. O que não justifica é as atitudes daqueles em volta dela. Mas eu não vou comentar sobre o povo da corte primaveral porque me dá nervoso só de pensar. Nem meu querido Lucien se salvou (shame, shame, shameee).


Durante esses três meses, nenhuma vez Rhysand cobrou a dívida que a Feyre tinha com ele e, durante três meses, a Feyre teve medo e esperou por isso.

Quando chega o dia do casamento dela com o Tamlin, antes dela poder dizer sim, Rhysand faz sua entrada triunfal, surpreende todo mundo e leva Feyre embora afim de cumprir o pacto que eles estabeleceram.

Nesse segundo livro vemos outras cortes, outros grão-feéricos (Oi, Tarquin! Me liga!), personagens incríveis e é tudo tão bem feito, tão bem escrito que eu tive problemas sérios para começar outro livro depois disso.

Vamos ser francas aqui nessa resenha. Eu NUNCA gostei de Tamlin. NUNCA minha gente. Mesmo no primeiro livro eu já achava ele babaquinha. Podem perguntar para Drica aqui do blog! Eu basicamente fiz uma apresentação de TCC para ela sobre os motivos pelos quais eu não gostava dele e eu fiz isso antes de lançarem o segundo livro.


Eu vi algumas raras fãs (a maioria não acha isso) reclamando bastante sobre as mudanças em Tamlin, que a autora descaracterizou ele e eu gostaria de deixar claro aqui que nenhuma mudança for feita. Tamlin sempre foi daquela forma, ele sempre foi babaca gente!

Vamos as evidencias do primeiro livro:
  • Quando a Feyre foi pro Calamari (lá no começo do primeiro livro) ele puniu ela mordendo ela e ainda disse que foi culpa dela ter tentado ele a fazer isso.
  • Quando a Feyre tava lá sofrendo e sendo torturada na montanha e ele teve finalmente a oportunidade de ver ela por 5 minutos o que ele fez? Ele saiu agarrando ela e jogando ela na parede. Ele nem perguntou se ela estava bem!
  • Quando a parte da montanha acabou, ele largou a Feyre lá, foi pra mil reuniões e ignorou ela por horas e horas e isso foi logo depois que ele pensou que ela tinha morrido! Muito amor, né?
  • Ele sempre tratou a Feyre como um enfeite da casa.
A questão é o seguinte. A Sarah escreveu o primeiro e o segundo livro de forma interligada e ela deu várias pistas do que aconteceria no futuro da série. O Suriel (personagem que sabe o passado/presente/futuro) por sinal, entrega muita coisa de bandeja no começo do primeiro livro mas todo mundo tinha entendido que o que ele disse era sobre o Tamlin mas, SURPRESA, não foi. Eu sempre desconfiei que não era sobre ele. Só para deixar registrado aqui.  

Os livros são narrados pela perspectiva da Feyre e dessa forma o mundo e os acontecimentos dos livros são narrados da forma que ela vê o mundo. Quando ela passa pelos eventos do final do primeiro livro ela acaba mudando e amadurecendo e perdendo a inocência que ela tinha, portanto, a visão dela do mundo também muda.

Os personagens não mudaram, o que muda é que a Feyre finalmente consegue enxergar eles por quem eles são e isso foi realmente incrível de ver. Sarah J Maas foi realmente genial desenvolvendo isso.


Outra coisa que eu quero deixar claro aqui é que EU SEMPRE, SEMPRE MESMO, gostei do Rhysand. Quando ele apareceu pela primeira vez no Calamari eu pensei comigo mesma ''ok, agora encontrei o cara do livro''.

Só quero dizer uma coisa a todas as pessoas que acharam que eu era louca:

Eu te disse!

Rhysand é, acima de tudo, um personagem feminista e isso é maravilhoso. Ele nunca tenta controlar a Feyre e ele nunca pensa nela como inferior a ele (como Tamlin faz). Ele vê ela cometendo erros, apesar dos conselhos dele, e ele deixa ela cometê-los porque ele sabe que as escolhas dela são dela e de ninguém mais.


Ele nunca força ela a nada mesmo que isso machuque ele porque ele prefere que ela seja feliz e livre do que obrigar ela a fazer algo em função da felicidade dele.

Só quero dizer que todo o desenvolvimento de Rhys, dos amigos dele Azriel, Mor e Cassiam, da corte noturna como um todo e da cena da REVIRAVOLTA INCRÍVEL (eu chorei naquela cena) que explica a bodega toda, foi incrível.

E ai a coisa começou a ficar doida (eu não posso explicar porque senão eu vou dar um mega spoiler e vocês vão me matar) e eu me senti em Game of Thrones e eu sofri e sofri porque eu sabia que alguém ia morrer/sofrer/acabar com tudo.

Então aconteceu o que aconteceu e o que foi aquele penúltimo capitulo, gente? Eu estava pirando, pirando muito mesmo porque faltava um capitulo e eu não podia acreditar no que tinha acontecido e ai veio o ultimo capitulo e BUMMMMMMM na cara da sociedade.



Ps: Maio tá chegando, meu povo!! E com ele o terceiro e último livro da série. Depois daquele final bombástico podemos ter uma certeza: o negócio vai pegar fogo!

Ps: Apesar de ser um livro YA (para jovens), o livro aborda temas bem sérios como transtorno pós-traumático, depressão e relacionamentos abusivos.

Ps: Quem mais foi reler todas as partes de Rhys no primeiro livro depois que terminou esse e soube A Revelação?

Ps: Esse livro contém muitas cenas de sexo e eu não recomendaria para menores de 16 anos.

Ps: Eu li esse livro em inglês e depois em português. Que tradução foi essa Editora Galera Record? Nossa! Me deu um pouco de nervoso, principalmente a forma com a qual alguns termos foram traduzidos. 

Para as estrelas que escutam e os sonhos que são atendidos.
(Frase do Livro)


Leitura da Drica: A Lâmina Assassina, Sarah J. Maas - @Galera

Livro: A Lâmina da Assassina

Histórias de Trono de Vidro

Trono de Vidro # 1.5

Autora: Sarah J. Maas

Ano: 2015

Páginas: 406

Editora: Galera Record

Sinopse:
Conheça o caminho da assassina. Pavimentado com sangue, lágrimas e suor. Implacável, sedutora, letal. Poucos conhecem seu rosto, menos ainda sobrevivem à sua fúria. Não à toa Celaena Sardothian é sinônimo de morte. Suas lâminas são certeiras, assim como seu estranho código de honra e seu aguçado senso de justiça. Mas como uma menina, encontrada agonizando pelo rei dos Assassinos de Adarlan, se tornaria a campeã do rei? Disputada pelo capitão da guarda real e o próprio príncipe herdeiro? No centro de intrigas políticas?
Acompanhe Celaena vencer um lorde pirata e toda sua tripulação; o encontro como uma curandeira; seu treinamento com o Mestre Mudo, senhor dos assassinos silenciosos, nas dunas do deserto Vermelho; a prisão nas Minas de Sal de Endovier; ou, ainda, sua luta contra o mais escorregadio e traiçoeiro dos adversários — o próprio coração.



Que Trono de Vidro se tornou uma das minhas séries favoritas acho que todo mundo que a minha resenha percebeu não é? Me apaixonei pelo primeiro livro e com A Lâmina Assassina não seria diferente!

Leitura da Drica: Trono de Vidro, Sarah J. Maas - @Galera

Livro: Trono de Vidro

Série: Trono de Vidro

Autor (a): Sarah J. Maas

Páginas: 388

Editora: Galera Record

Sinopse:

Nas sombrias e sujas minas de sal de Endovier, uma jovem de 18 anos está cumprindo sua sentença. Celaena é uma assassina, e a melhor de Adarlan. Aprisionada e fraca, ela está quase perdendo as esperanças quando recebe uma proposta. Terá de volta sua liberdade se representar o príncipe de Adarlan em uma competição, lutando contra os mais habilidosos assassinos e larápios do reino. Endovier é uma sentença de morte, e cada duelo em Adarlan será para viver ou morrer. Mas se o preço é ser livre, ela está disposta a tudo.




Vou começar essa resenha já dizendo que sou Team Celaena!!! Adorei essa menina! Pronto! Falei! Agora, um pouco mais controlada, posso falar sobre o livro.

Trono de Vidro vai nos apresentar a Celaena Sardothien, apesar de ter apenas 18 anos, é conhecida como a melhor assassina do reino de Adarlan. Condenada por algum crime que não sabemos qual foi, ela está nas minas de sal de Endovier, lugar de onde ninguém sai vivo. Fraca, subnutrida e humilhada, Celaena vê a possibilidade de mudar o seu destino quando o rei de Adarlan lhe faz uma proposta: lutar em uma competição contra outros criminosos onde o vencedor será nomeado o assassino do reino e prestará serviços para o mesmo. Sua liberdade seria concedida após três anos de serviços prestados para o rei.

"Aprender a perder com graciosidade não foi parte de seu treinamento? 

- Não - respondeu Celaena, com amargura. - Arobynn me dizia que o segundo lugar é apenas um título bonitinho para o primeiro perdedor."

Parece perfeito? Mas não é. Celaena se pergunta se trocará uma prisão por outra, já que não poderá escolher ou se recusar a fazer nenhum serviço que o rei solicite. Mas sem muitas opções, ela aceita.

Celaena é transferida para Adarlan para ser treinada pelo capitão da guarda Chaol Westfall. Mas a sua vida não se resume apenas a esses treinamentos. Veremos uma mulher jovem e de personalidade, forjada pelas dificuldades que a vida a fez passar desde muito cedo, mas, ao mesmo tempo, uma menina, que se mostra frágil em alguns momentos, que é sensível, delicada e vaidosa. Ou seja, um personagem totalmente crível.

Aos poucos, o príncipe Dorian começa a se interessar por Celaena, e segue-se um encantamento mútuo. Dorian é um homem culto, inteligente, tem uma biblioteca fascinante e Celaena se deixa envolver. Mas logo é criado um triângulo que tem na outra ponta Chaol, o rude capitão, másculo, forte, que conhece muito da realidade de Celaena.

Mas o livro não se resume ao clichê do triângulo amoroso, muito pelo contrário. Sarah é majestosa na sua narrativa e nos envolve com muito mais. Afinal, Celaena tem como objetivo conquistar a sua liberdade e fará qualquer coisa para consegui-la.

Em uma atmosfera de suspense e religiosidade, alguns concorrentes começam a morrer misteriosamente. Quem os está matando? Qual o motivo para cada uma das mortes que parece ter um caráter religioso envolvido? O que fazer para não ser a próxima? Mesmo temendo o desconhecido, Celaena vai tentar descobrir tudo o que envolve essas mortes.

Recheado de cenas de luta com sangue e crueldade, Trono de Vidro também traz uma boa dose de magia e muitos bons personagens secundários que são de extrema importância para o desenrolar da história.

Um livro que fala de liberdade, de acreditar no que se quer e tornar isso realidade, mas também fala do poder restaurador da amizade, de fidelidade, de crença, religiosidade e magia intercalando-se.

Vou terminar essa resenha dizendo que sou Team Celaena!!! E recomendo muito esse livro. Pra quem? Pra todos que gostam de uma boa história!
 
 

Estante da Tata: Corte de Espinhos e Rosas, Sarah J. Maas - @Galera




Título: Corte de Espinhos e Rosas

Livro 1

Autora: Sarah J. Maas

Ano: 2015

Páginas: 434

Editora: Galera Record







Antes de tudo eu preciso dizer que vou pedir que você não ceda à tentação e ignore a sinopse oficial dada ao livro pela editora porque ela simplesmente entrega de mão beijada diversas partes importantes da história. 

Esclarecido isto vamos a resenha.

Corte de Espinhos e Rosas se passa em um mundo que uma vez foi governado inteiramente pelo povo feérico. Após a revolta humana, motivada pela escravidão, foi estabelecido um tratado de paz entre os povos no qual, entre outras coisas, os humanos receberiam um território para viver e governar onde nenhum feérico teria permissão de entrar e nenhum humano de sair.

Em uma cruel sociedade pós-guerra, vive Feyre, uma menina humana extremamente pobre que, em função de sua família exploradora, se transforma em uma caçadora.

No meio de um inverno cruel e motivada pela fome extrema, Feyre mata, perto da fronteira feérica, um gigantesco lobo e vende sua pele no mercado da cidade. O que Feyre não sabia era que o lobo na verdade era um feérico zoomórfico.

Em função da vida que ela tirou, uma besta feérica atravessa a muralha e exige a ela o pagamento devido estabelecido pelo tratado de paz: uma vida por uma vida. A criatura então dá a Feyre uma escolha, morrer pelo seu ato ou viver eternamente na terra feérica.

O problema nisso tudo é que por séculos a raça humana vem contando e disseminando diversas histórias sobre o povo feérico. Nem todas as histórias são iguais, nem todas as lendas são contadas da mesma forma, mas uma coisa todas elas têm em comum: os feéricos são os monstros que dão uma razão ao medo. 

Fica claro, durante a leitura que o livro sofre uma imensa influência de diversas lendas da mitologia celta (se apropriando inclusive de nomes famosos) e, até, de contos de fadas.

Sabe o que é engraçado? Apesar da sinopse oficial entregar em que famoso conto este primeiro livro se baseia, foi apenas após a “grande revelação’’ que eu somei dois mais dois e encontrei o quatro. Fui feita de idiota que nem a mocinha do livro e achei o máximo isso haha

Quanto ao mundo feérico, achei muito interessante a forma como a autora dividiu esse reino em sete cortes, cada uma representando as estações do ano (corte primaveril, corte estival, corte outonal e corte invernal) e as ondulações de um dia (corte noturna, corte diurna e corte crepuscular), de forma que implicasse a influência dessas cortes nos eventos que lhes dão nome. Assim, a corte primaveril é responsável, a título de exemplo, pela forma que a primavera se apresentará naquele mundo em cada ano. 

O livro tem um ritmo inicialmente bem legal, evoluindo aos poucos no decorrer da história, no entanto, do meio para o final o ritmo frenético assume e a coisa fica feia para 90% dos personagens desse livro. Quando eu digo que a coisa fica feia, ela realmente fica feia na pegada Jogos Vorazes se encontrando com Guerra dos Tronos.

Gente, aquela cena do labirinto foi incrível! Saraj J Maas realmente sabe escrever cenas de ação.

Falar dos personagens desse livro é uma tarefa um pouco complicada por conta da quantidade de personagens interessantes.

Eu gostei bastante da Feyre como personagem principal, mas eu gostei mais da pessoa que ela se tornou do meio para o final do livro sabe. No início ela tinha aquele tom perdido, um tom de cachorrinho na chuva sabe? Mas no decorrer do livro ela amadureceu e evoluiu e mostrou a mulher poderosa e badass que ela tinha por dentro. 

“Eu preferiria não usar aquele vestido.
- E porque não? – Perguntou Lucien.
Foi Tamlin quem respondeu por mim. – Porque nos matar é mais fácil de calça.” (pag.67)

Temos também Tamlin, com sua pode de nobre e bom e extremamente grosseiro e esquentado. Achei realmente engraçado as tentativas iniciais de diálogo entre ele e a Feyre. 

- Você parece... melhor que antes.
Era um elogio? Eu poderia jurar que Lucien deu a Tamlin um acesso de cabeça encorajador.
- E seu cabelo está... limpo. (p.68)

A coisa com Tamlin foi que eu fiquei muito curiosa em descobrir o motivo por trás de suas atitudes insistentes iniciais, porque eu sabia que tinha que ter um motivo, mas quando finalmente descobri me senti um pouco triste. 

Não me entenda mal, a razão é válida, mas ao mesmo tempo que ela é compreensível, ela destrói um pouco do encanto do personagem para mim. Mas o que realmente, realmente, me decepcionou em relação a ele foi a forma com a qual ele lidou com todas as situações do livro, principalmente as coisas na metade final do livro, fazendo um grande e espetacular nada! 

A sorte dele é que personagem X (não mencionarei nomes) existe e é incrível e resolve tudo, porque se fossemos esperar pelo Tamlin, íamos esperar para sempre. Fica aqui um recado para Tamlin: Serio Tamlin? Serio de verdade?

Então temos Lucien, de longe um dos meus personagens favoritos desse livro. Ele tem tudo que eu adoro em um personagem. Ele tem o sarcasmo ferino, a habilidade de falar a verdade na cara das pessoas, a falta de paciência com o bla bla bla alheio e é o detentor dos diálogos mais rápidos do livro. Mais do que isso, Lucien é um personagem realmente interessante devido as suas atitudes no decorrer da história e do seu passado conturbado e triste. Fora que ele é ruivo e só isso dá para ele muitos pontos haha
       

“- Se eu oferecer a você a lua em um barbante, vai me dar um beijo também?
- Não seja um babaca – Disse Tamlin para  ele, com um grunhido baixo, mas Lucien continuou rindo, e ainda ria quando saiu da sala.” (pag. 225)

Por fim temos Rhysand, o mais complicado e, de certa forma, o mais complexo/interessante personagem do livro. O problema com esse personagem é que eu não sei eu amo ou não ele e eu realmente detesto esse sentimento de dúvida. 

O negócio com Rhys é que ele faz tanta coisa ruim e ao mesmo tempo, de alguma forma, ele tem alguns tons de branco que aparecem em certos diálogos e em pequenas ações dele que te fazem questionar o seu julgamento, te fazem questionar o motivo real da ações dele (aquelas que você achou que era ruim). Ele aparece como aquele garoto mau que você sabe que é errado, mas que sabe ser errado da forma certa as vezes. O garoto mau com coração. 

Minha unica duvida sobre o Rhys é que para ele os fins justificam os meios, mas até que ponto podemos concordar com isso? 

“ - Você nunca me disse que amava as asas, ou voar. – (...)
Rhys deu de ombros.
- Tudo o que eu amo sempre teve a tendência de ser tomado de mim. Falo para poucos a respeito das asas. Ou de voar.” (pag. 425)

A coisa é que Rhys é também o personagem mais misterioso do livro porque nada sobre o seu passado ou sobre suas ações é explicado e eu sei, no fundo do meu coração, que nada que Rhys faz é sem sentido ou sem um objetivo. Para mim, Rhys é o maior ator do livro, ele se passa de vilão mas na verdade é o herói da historia. O que nos deixa com um grande mistério a ser resolvido para o próximo livro no qual, eu aposto e espero, ele terá um papel realmente importante.

Corte de Espinhos de Rosas possui uma leitura fácil, gostosa e viciante (fui dormir cinco horas da manhã lendo!) que te deixa com gostinho de quero mais. 

O que, por sinal, me levou loucamente a vários fóruns de discussão e a fazer um monte de investigação nas redes sociais da autora para ver se ela tinha dado alguma pista sobre a série. Isso se chama abstinência literária minha gente e só vai ser curada quando eu tiver o segundo livro dessa serie em minhas mãos em maio desse ano. 

Ps: Eu não recomendo esse livro para menores de 16 anos em função de algumas cenas de teor sexual semi-explícitas (eu não vi isso chegando!) e de violência (ossos saindo de braços, cenas de tortura, morte e afins).

Ps: A revisão da tradução desse livro parece não ter sido feita com a devida atenção. Encontrei alguns erros de conexão de frases, ausência de sinalização de final/começo de diálogos e, o que eu acho mais grave, erros de continuidade. Em determinado momento, certa personagem tem cabelos ruivos e uma página depois ela tem cabelos pretos (?). 

Ps: A série será composta por três livros, cada um influenciado por uma história ou lenda famosa (minha aposta para o segundo livro é a história de Hades e Perséfone e acho que se você leu o livro vai entender o porque). 

Ps do Ps: O que foi aquela penúltima cena do livro minha gente? Tenho tantas teorias!!!