Lucinda Riley está de volta!

NOVO ROMANCE DE LUCINDA RILEY.
Com mais de 15 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Lucinda Riley está na lista de autores mais vendidos da Inglaterra, Estados Unidos, Itália, Noruega, Alemanha e Brasil.
Quando sir James Harrison, um dos maiores atores de sua geração, morre aos 95 anos, deixa para trás não apenas uma família arrasada, mas também um segredo que seria capaz de abalar o governo britânico.
Joanna Haslam, uma jovem e ambiciosa jornalista, é designada para cobrir o funeral, no qual estão presentes algumas das maiores celebridades do mundo. Mas ela se depara com algo sombrio além de todo aquele glamour: a menção a uma carta que James Harrison deixou, cujo conteúdo algumas pessoas escondem há setenta anos a qualquer custo.
Enquanto procura retirar o véu de mentiras que encobre o segredo e dar o furo jornalístico do século, Joanna percebe que forças poderosas tentam impedi-la de descobrir a verdade. E elas não vão se deixar deter por nada para chegar à carta antes dela.
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Lançamentos Zahar - Março/2019

Um dos mais sombrios episódios do passado norte-americano revelado de forma emocionante por uma das mais aclamadas escritoras da atualidade.
1692, baía de Massachussets, Nova Inglaterra. A puritana aldeia de Salem assistiu à execução de catorze mulheres, cinco homens e dois cachorros - todos acusados de bruxaria. A feitiçaria se materializou em janeiro, o primeiro enforcamento ocorreu em junho, tudo terminou em setembro. Depois dos julgamentos, fez-se um silêncio crivado de culpa.
Com base em meticulosa pesquisa, a renomada jornalista Stacy Schiff, reconstitui com precisão histórica e prosa vibrante os acontecimentos daquele ano sombrio e o surto coletivo que desencadeou o drama das bruxas de Salem.
Um retrato em que Schiff traz à baila as ansiedades da América do Norte dos primeiros tempos para compará-las, brilhantemente, com as de hoje. Em nossa época de redes sociais, inimigos invisíveis e intolerância às diferenças, esta história sobre o obscurantismo religioso faz mais sentido que nunca. Um capítulo distópico do passado norte-americano que não devemos nunca esquecer - e muito menos repetir.
Na modernidade, o mundo sofreu uma transformação radical - e com ele as ideias e as formas de pensar. Raízes da dúvida mostra a influência decisiva da retomada do Ceticismo antigo para essa reviravolta. O livro examina os momentos mais significativos do percurso cético, da Antiguidade à retomada moderna e à dúvida em Descartes; discute aspectos centrais porém pouco explorados; e conclui que o pensamento contemporâneo pode ser visto como herdeiro dessas controvérsias e do pluralismo teórico que delas resulta - revelando o Ceticismo como uma corrente mais profunda e diversificada do que pode parecer, e uma alternativa para a filosofia hoje.
Ao final do volume, um "Painel cronológico da tradição cética" destaca nomes e fases do Ceticismo desde a Antiguidade, recapitulando o debate para o leitor.

O meu prédio tem sete andares. Cada andar tem uma porta um pouquinho diferente. E atrás de cada porta se esconde uma surpresa.
Enquanto sobe os andares do seu prédio, uma menina imagina o que está por trás das portas dos apartamentos de seus vizinhos. Será que a porta cheia de fechaduras pertence a uma família de saqueadores? E a porta com pegadas cheias de lama, pode esconder um tigre de estimação? Ela não sabe, mas a coisa mais incrível talvez esteja em sua própria casa.
Uma deliciosa viagem que, a cada página, apresenta um novo mundo de detalhes exuberantes e surpresas revelados nos desenhos vibrantes criados com singular delicadeza pela autora e ilustradora israelense Einat Tsarfati.
Traduzido direto do hebraico, Os vizinhos ganhou o renomado prêmio Ha-Pinkas, de Israel.

O canto mais escuro da floresta, Holly Black

Uma história repleta de magia e mistérios, da autora de As Crônicas de Spiderwick
Hazel e seu irmão, Ben, moram em uma cidade onde humanos e fadas convivem. A magia aparentemente inofensiva desses seres atrai turistas de todas as partes, que querem ver de perto as maravilhas do lugar e, principalmente, o garoto de chifres e orelhas pontudas que descansa em um caixão de vidro. Hazel e Ben eram fascinados pelo garoto quando crianças. Mas, à medida que crescem, as histórias e teorias que inventavam perdem o encanto. Eles sabem que o garoto de chifres nunca acordará... Até que um dia ele acorda. Agora, os irmãos precisam se tornar os heróis que fingiam ser em suas brincadeiras e desvendar os mistérios que envolvem aquele príncipe com chifres.
O canto mais escuro da floresta
Ano: 2017
Páginas: 294
Idioma: português 
Editora: Galera Record

Oi, gente,

Em O Canto mais escuro da floresta, somos levados a uma cidadezinha chamada Fairfold que fica ao lado de uma densa floresta que é habitada por criaturas mágicas, o Povo. Há um certo tempo, Povo e humanos fizeram um acordo de convivência: os humanos respeitariam a presença do Povo fingindo que eles não existiam, mas usando alguns amuletos para se proteger, enquanto o Povo pregaria algumas pequenas peças nos humanos, mas tudo bem inofensivo. 

Mas algo aconteceu e humanos estão sumindo misteriosamente em Fairfold...

Enquanto isso, vive na floresta, trancado dentro de uma espécie de caixão de vidro, em um sono profundo a vários anos, um garoto de orelhas pontudas e chifres. Lendas e especulações circulam em torno da origem do garoto.

Hazel é nossa protagonista, uma menina que tem dificuldade em manter relacionamentos com os meninos, está sempre meio deslocada e com um namorado novo. Seu irmão, Ben, recebeu das fadas o dom da música. Negligenciados pelos pais, cresceram na floresta próxima a casa deles alimentando sonhos: Hazel queria ser um cavaleiro de capa e espada, responsável por matar monstros e proteger a todos, e Ben seria o músico que encantaria com sua música.

A Forma da Água, Guillermo del Toro e Daniel Kraus

A história de Guillermo del Toro que deu origem ao filme vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, recordista de indicações ao Globo de Ouro e um dos mais cotados na corrida do Oscar 2018.
Richard Strickland é um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico e misterioso cujos poderes inimagináveis seriam utilizados para aumentar a potência militar do país, em plena Guerra Fria. Dezessete meses depois, o homem enfim retorna à pátria, levando consigo o deus Brânquia, o deus de guelras, um homem-peixe que representa para Strickland a selvageria, a insipidez, o calor — o homem que ele próprio se tornou, e quem detesta ser.
Para Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para o qual o deus Brânquia é levado, a criatura representa a esperança, a salvação para sua vida sem graça cercada de silêncio e invisibilidade.
Richard e Elisa travam uma batalha tácita e perigosa. Enquanto para um o homem-peixe é só objeto a ser dissecado, subjugado e exterminado, para a outra ele é um amigo, um companheiro que a escuta quando ninguém mais o faz, alguém cuja existência deve ser preservada.
Mistura bem dosada de conto de fadas, terror e suspense, A Forma da água traz o estilo inconfundível e marcante de Guillermo del Toro, numa narrativa que se expande nas brilhantes ilustrações de James Jean e no filme homônimo, vencedor do Leão de Ouro em 2017. Uma história cinematográfica e atemporal sobre um homem e seus traumas, uma mulher e sua solidão, e o deus que muda para sempre essas duas vidas.
A Forma da Água
Ano: 2018 
Páginas: 352
Idioma: português 
Editora: Intrínseca


O amor pode nascer na maior simplicidade. E há quem diga que não precisamos de palavras para expressar tal sentimento. Elisa Esposito é uma simples servente que mantém sua rotina monótona e silenciosa limpando salas e corredores da Occan, um centro de pesquisas nos Estados Unidos. Todos os dias, ela e sua amiga Zelda, encontram no trabalho uma forma de expulsar seus demônios e manterem a dignidade.

Até que uma criatura misteriosa é alojada em um dos laboratórios, atraindo a curiosidade de Elisa. O ser aquático com formato humanoide, conhecido como Deus Brânquia, foi capturado na Amazônia para ser estudado e utilizado como apoio tecnológico durante a Guerra Fria. O ser pode ser perigoso, mas Elisa vê como a criatura realmente é e os dois colaboram o mesmo silêncio sofrido.

Mas os planos de manter a criatura lá começam a se extinguir quando o serviço secreto russo ameaça conhecer os mistérios do ser, e tirar a o deus Brânquia com vida será o maior desafio da vida de Elisa. A ligação emocional entre eles é tão intensa, e não pode ser interrompida de forma brutal. Ela será capaz de salvar uma vida magnifica?
.
Colocar em palavras o quão puro é essa história é um desafio. A relação entre Elisa e o deus Brânquia é tão forte, e a construção da história só intensifica esse sentimento. Claramente percebemos que não necessitamos dizer uma palavra para provar nosso amor a quem quer que seja.

A narrativa nos envolve com sua linha meio poética. Sentimo-nos como se estivéssemos entre ondas e ler esse livro é ter uma experiência multicolorida! Além da história de Elisa, temos as narrativas de outros personagens importantes para a trama, e essa compilação deixou o livro mais rico.

A adaptação para o cinema ganhou o Oscar de melhor filme do ano, e eu não esperaria menos. Estou ansioso para ver o filme e ver o que minha mente foi capaz de sentir.

A forma da água é uma linda história de amor entre seres impossíveis que se conhecem através da inocência. Um sentimento que cresce até ser apenas um ser completo e que vive dentro das almas mais puras.

Dica do Dan