Das mesmas autoras de Extraordinárias, Valentes é uma obra de referência sobre o tema do refúgio no Brasil.A questão dos refugiados tem ganhado holofotes pelo mundo inteiro, mas o preconceito, a xenofobia, as fake news e o medo frequentemente atrapalham a discussão. Para auxiliar na compreensão desse tema tão complexo e combater a desinformação, as jornalistas Aryane Cararo e Duda Porto de Souza reuniram histórias de vida emocionantes, de pessoas de mais de quinze nacionalidades, que vieram para o nosso país pelos mais variados motivos ― desde dificuldades financeiras até perseguição baseada em raça, religião, nacionalidade, orientação sexual, identidade de gênero ou opinião política ―, todas em busca de um lugar onde pudessem de fato viver.Com uma linguagem acessível, a obra também traça um panorama histórico do refúgio no Brasil e no mundo, apresentando conceitos e dados, e traz infográficos sobre os principais conflitos que geraram esses fluxos migratórios. O resultado é um material humano e sensível, que dá voz a quem precisa ser ouvido e celebra as diferenças que tornam nossa nação tão plural.“A ampla pesquisa e os recortes históricos de Valentes tornam a obra uma referência de informação da causa que nos une: a humanitária.” ― Agência da ONU para Refugiados (ACNUR)
Valentes
Histórias de pessoas refugiadas no Brasil
Ano: 2020
Páginas: 296
Idioma: português
Editora: Seguinte
Mais do que nunca, falar sobre refugiados tem sido um tema atualíssimo, apesar de continuar controverso.
Mas afinal, quem pode ser considerado refugiado? Segundo as jornalistas Aryane Cararo e Duda Porto, responsáveis pelas pesquisas que deram vida a esse livro fantástico e com bases nas leis brasileiras, refugiado é a pessoa que abandonou seu país em busca de segurança, fugindo de conflitos ou abusos graves aos direitos humanos, que sofre perseguição por raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas e que esteja fora de seu país.
O que a gente precisa ter em mente é que o refugiado não quer sair do seu país em busca de algo melhor, ele é impelido, obrigado a sair principalmente por conta de perseguições relacionadas a raça, religião, nacionalidade, identidade de gênero, orientação sexual ou opinião politica; mudanças climáticas, guerras e catástrofes também podem ser a causa da migração.











