Um mangá semibiográfico com os bastidores da vida do mangaká Yoshihiro Togashi, conhecido por obras como Yu Yu Hakusho, Hunter x Hunter e Level E, tudo contado a partir do ponto de vista de seu assistente Kunio Ajino. Com histórias divertidas, o mangá mostra um pouco do cotidiano do autor, curiosidades de seu estilo de trabalho, seus hobbies e detalhes do que está por trás de sua genialidade como autor de mangás.
Sensei Hakusho, Kunio Ajino
Meu Amigo Dahmer, Derf Backderf
MEU AMIGO DAHMER traz o perfil do psicopata Jeff Dahmer quando este ainda era um aluno do ensino médio. O autor do livro foi seu colega de turma nos anos 1970, e conviveu com o futuro “canibal de Milwaukee” com uma intimidade que Dahmer talvez só viesse a compartilhar novamente com suas vítimas. Juntos, Derf e Dahmer estudaram para provas, mataram aula, jogaram basquete. Os dois tomaram rumos diferentes, e Derf só voltaria a saber do amigo pelo noticiário, anos depois. Em 1991, os crimes de Jeffrey Dahmer vieram à tona: necrofilia, canibalismo e uma lista de pelo menos 17 mortos, entre homens adultos e garotos. O primeiro assassinato teria acontecido meses após a formatura no colégio.Além de remexer nos seus velhos cadernos e álbuns de fotografia, Derf consultou seus amigos de adolescência, antigos professores, os arquivos do FBI e a cobertura da mídia após a descoberta de seus crimes antes de roteirizar MEU AMIGO DAHMER.
Placas Tectônicas, Margaux Motin
Aos 35 anos, Margaux Motin narra os erros e acertos que abalaram sua existência em páginas repletas de realidade e humor. Uma separação e um novo amor mudam radicalmente sua vida de mulher com trintas e poucos anos de idade, uma época em que decisões abruptas podem levar a consequências desastrosas.
BTK: Meu Pai, Kerri Rawson
E SE A PESSOA QUE TE COLOCOU NO MUNDO E QUE VOCÊ TANTO AMA FOSSE UM ASSASSINO SERIAL?Uma família como muitas outras, repleta de irmãos, tios, tias, avôs e avós. Uma infância emoldurada por brincadeiras, acampamentos, pescarias, almoços, aniversários e comemorações felizes e inesquecíveis. Mas tudo muda em um dia quando Kerri Rawson, uma jovem professora de ensino fundamental, recebe a visita de um homem de terno que se apresenta como “agente do FBI” e descobre que uma das pessoas que mais ama em sua vida é também um dos mais cruéis serial killers da história.Vamos mergulhar juntos em um relato de vida assustador, conduzidos pela própria filha de um homem que foi capaz de esconder de todos quem ele era. Kerri Rawson compartilha todos os detalhes de sua chocante descoberta e a verdadeira dor em admitir que ela não era mais a filhinha de Dennis Rader e, sim, a filha do sádico assassino em série BTK.BTK: Meu Pai, de Kerri Rawson, é o corajoso livro de memórias da mulher que precisa carregar para sempre a alcunha de “a filha do BTK”. Nesta obra, a autora encara com bravura o trauma, a desolação e a tristeza de amar de forma profunda e incondicional um homem brutal, sádico e maligno.Para a autora, a discrepância é inaceitável entre o pai que a levava para pescar e para caminhadas no Grand Canyon e o assassino torturador que vitimou tantas mulheres conhecido como BTK, um acrônimo em inglês para Bond (amarra), Torture (tortura) e Kill (mata). Segredos, carinhos e memórias podem ser manchados pelo sangue dos atos horrendos de seu pai? O leitor vai tirar suas próprias conclusões ao acompanhar as dúvidas, as angústias, a revolta e a redescoberta da esperança de Kerri, em um texto honesto e impactante.BTK: Meu Pai é um lançamento da marca dedicado aos crimes reais, a Crime Scene®, da DarkSide® Books, que busca a trazer a leitoras e leitores a experiência de ser um investigador e apresentar um testemunho chave para aumentar a compreensão dos terríveis atos do BTK, de um ponto de vista muito próximo e humano. Esta obra vem para ampliar o entendimento e dar um ponto de vista complementar a BTK: Máscara da Maldade, dos jornalistas Roy Wenzl, Tim Potter, L. Kelly e Hurst Laviana, também publicado pela DarkSide® Books. A leitura dessa obra não é indicada para pessoas sensíveis ou menores de 18 anos.
“Depois de ser preso, papai falou de comportamentos desviantes ocultos que datavam da tenra idade: espionagem, perseguição, invasão, roubo, tortura de animais. Falou de um imenso mundo de fantasia construído em torno da violência, bondage e sadismo. Ele lia sobre criminosos notórios e os idolatrava – acrescentando as ações narcisistas e assassinas dos outros aos seus próprios ideais malignos. Ele subverteu tudo dentro de sua cabeça: fato, ficção, meias verdades, mentiras inquestionáveis”
Os 10 (ou mais) mandamentos da solteira, Krishna
Como é ser jovem e solteira nos dias de hoje? Um guia de mesa de bar... ou talvez um não guia, em que os conselhos não precisam ser levados ao pé da letra, os mandamentos são flexíveis e as histórias podem ou não ser verídicas. Os relatos e dicas de Os dez (ou mais) mandamentos da solteira vêm da experiência da autora ‒ Krishna, como é conhecida nas redes sociais, uma solteira orgulhosa e convicta ‒ e também de suas amigas e amigas de amigas, com seus inúmeros “dates”, rolinhos, “ghostings” e crises existenciais. A vontade de reunir tanta sabedoria sobre a solteirice num livro veio da constatação de que há muita coisa sobre mulheres, relacionamentos e sexualidade que todo mundo quer saber, mas quase ninguém tem coragem de perguntar nem de falar a respeito. Ser e/ou estar solteira e diariamente escolher a si mesma antes de todas as coisas deveria ser mais que normal em 2021. Então por que mulheres ainda recebem olhares atravessados quando dizem que são solteiras, enquanto homens estão por aí vivendo a solteirice e sendo felizes sem que ninguém questione seu status de relacionamento? Este é um livro de humor e de crônicas do cotidiano, mas também um manifesto, para ler e marcar as partes com as quais cada mulher, solteira ou não, mais se identifica. E, como diz o título, é ainda um guia sobre os tipos de homens que podem ser encontrados nos aplicativos, dicas para o primeiro “date” depois da conversa no app e também para desenrolar a conversa. E não fica por aí: aqui você vai encontrar muita coisa sobre amizade, trabalho, dinheiro, autoprazer e sobre o Gregório Duvivier. Mas para entender essa parte, só lendo.
Ser solteira pode ser visto como
algo positivo, mas também como algo negativo, o que vale mesmo é se você está
bem consigo mesma e se sabe lidar com esse momento da sua vida, isso é o que
esse livro aborda, além de dar dicas sobre como se comportar, aceitar seu lugar
de mulher solteira e se jogar nessa vida sem medo de ser feliz.
“A amizade é o mais
especial dos amores.”
Tratado por alguns como tabu,
esse ambiente da vida, esse status social que as mulheres vivem algumas vezes
na vida ou de forma convicta, precisa passar a ser visto como normal, sem que
haja ataque das pessoas ao redor com a necessidade de dizer que a solteira
precisa arrumar alguém, até porque as vezes a mulher solteira quer se manter na
solteirice e isso não é nenhum tipo de problema.
O livro narrado em forma de
conversa vai abrir o leque de opções e exemplificar de forma pessoal, afinal é
o relato e a vivência de uma pessoa, sobre como viver esse momento da vida e
saber lidar com suas próprias questões, deixando claro que estar solteira não
quer dizer que você seja mal amada, ou feia, ou qualquer outra nomenclatura que
queiram colocar na sua vida, ser solteira é apenas um âmbito do status sociais
que pode ser vivido da forma como você achar melhor.
“O sexo precisa ser o
lugar onde você se sente confortável, não esquece.”
Trazendo assuntos como sexo,
saídas sozinha, amizades, família e outros por menores, o livro vai abordar
toda a vida da mulher solteira de forma lúdica, divertida e instrutiva, abrindo
sua mente para a ideia de que estar sozinha, não quer dizer ser infeliz, muito
pelo contrário.
Meu problema com esse livro e o
que levou a uma pontuação baixa, foi o fato de que, embora esteja falando sobre
a mulher em um status quo, a autora mesmo dizendo que não ia focar nos homens,
trouxe muito sobre os homens nesse livro, além disso tratou o relacionamento em
alguns pontos como algo ruim, sendo que no mesmo local ela trouxe pontos de que
é preciso respeitar o status e as escolhas feitas pelo outro, tirando isso é um
livro super divertido que vale a pena ser lido, principalmente se você for
solteira e estiver precisando de um incentivo para continuar assim.
“A vida é uma
gangorra, o ritmo do sobe e desce é que é indefinido.”
Vale ressaltar que meu olhar
negativo em alguns pontos do livro não tem ligação alguma com o fato de que sou
uma mulher casada, muito pelo contrário, me diverti bastante em alguns momentos
com falas da autora sobre mulheres em status de relacionamento, sejam casadas
ou namorando, o quanto podemos mudar com isso, ela tem razão... a gente muda,
mas vale olhar se a sua mudança é porque você quis ou se é influência de quem
está ao seu lado, no meu caso, toda e qualquer mudança minha veio de mim,
graças a Deus.
Dito tudo isso, quero saber de
você, já leu o livro? O que tem a dizer sobre ele? Vamos papear!
A menina da montanha, Tara Westover
Considerado o melhor livro de memórias dos últimos tempos, A Menina da Montanha narra a história verídica de superação da jovem Tara Westover.Criada nas montanhas de Idaho, nos Estados Unidos, sem acesso à escola, livros ou médicos até os 17 anos, Tara cresceu totalmente isolada da sociedade, sem ninguém para oferecer uma educação formal, ou para protege-la dos ataques violentos de um irmão mais velho. Quando um dos irmãos da jovem conseguiu chegar à universidade e trouxe notícias da vida além das montanhas, Tara decidiu tentar um novo estilo de vida. Ela aprendeu, de forma autodidata, matemática, gramática e ciência, e conseguiu chegar à universidade, onde estudou psicologia, política, filosofia e história. Sua busca por conhecimento a levou para Harvard e Cambridge. E sua história se transformou em um livro de sucesso, publicado quando ela tinha apenas 29 anos.Narrado com ritmo e fôlego de romance, o relato autobiográfico está há mais de 20 semanas no ranking do The New York Times, e já figura entre as principais listas dos mais vendidos do Reino Unido, Canadá, Itália e Irlanda, países onde foi lançado.
Notas sobre o luto, Chimamanda Ngozi Adichie
Escrito após a morte do pai de Chimamanda Ngozi Adichie em junho de 2020, durante a pandemia de covid-19 que mantinha distante a família Adichie, Notas sobre o luto é um poderoso relato sobre a imensurável dor da perda e as lembranças e resiliência trazidas por ela. Consciente de ser uma entre milhões de pessoas sofrendo naquele momento, a autora se debruça não só sobre as dimensões familiares e culturais do luto, mas também sobre a solidão e a raiva inerentes a ele.Com uma linguagem precisa e detalhes devastadores em cada capítulo, Chimamanda junta a própria experiência com a morte de seu pai às lembranças da vida de um homem forte e honrado, sobrevivente da Guerra de Biafra, professor de longa carreira, marido leal e pai exemplar.Em poucas páginas, Notas sobre o luto é um livro imprescindível, que nos conecta com o mundo atual e investiga uma das experiências mais universais do ser humano. “Era tão próxima do meu pai que sabia sem querer saber, sem saber inteiramente o que sabia. Uma coisa dessas, temida durante tanto tempo, finalmente chega, e na avalanche de emoções vem também um alívio amargo e insuportável. Esse alívio se torna uma forma de agressão, e traz consigo pensamentos estranhamente insistentes. Inimigos, atenção: o pior aconteceu. Meu pai se foi. Minha loucura agora vai se revelar.”
“Uma erosão, uma terrível tromba-d’água que deixou nossa família para sempre deformada. As camadas da perda fazem eu me sentir fina como um papel.”
"Meu pai se foi. Minha loucura agora vai se revelar.”
“O luto é uma forma cruel de aprendizado. Você aprende como ele pode ser pouco suave, raivoso. Aprende como os pêsames podem soar rasos. Aprende quanto do luto tem a ver com palavras, com a derrota das palavras e com a busca das palavras. Por que sinto tanta dor e tanto desconforto nas laterais do corpo? É de tanto chorar, dizem. Não sabia que a gente chorava com os músculos”.
Vozes femininas, Zoë Sallis
Escrito como forma de conhecer personalidades femininas e trazer inspiração e motivações para novas gerações de mulheres, Vozes femininas faz uma interessante abordagem ao entrevistar quarenta mulheres e lhes perguntar sobre suas histórias, ideias, experiências, traumas, aspirações, família etc. Ao dar-lhes espaço e voz, Zoë Sallis reúne várias daquelas que, por muitas vezes, foram silenciadas em uma sociedade machista e patriarcal, porém, não desistiram e marcaram seus nomes na história de uma forma ou de outra. Algumas já são nomes conhecidos na mídia, outras, não. Mas, agora, serão.Vozes femininas leva o leitor a pensar e a refletir o quanto o mundo e os recortes sociais são diferentes para cada uma. Em suas páginas, mulheres de diferentes raças, religiões, carreiras e nacionalidades expõem não apenas suas opiniões, mas transmitem aquilo que acreditam da forma como foram criadas e socialmente adaptadas. As mais diversas personalidades instigam e fazem com que o leitor pense quais seriam suas respostas e o quão significativas elas seriam para as próximas gerações. Mais do que agir, é preciso ouvir para não perpetuar erros do passado.
" Igualdade não é o que procuro. Eu gostaria de ver todas as pessoas conquistarem seus sonhos. Seis sonhos podem não torná-las iguais. " Yoko Ono
" Tenho medo de que as pessoas não percebam que precisam aprender a viver com o verdadeiro amor. Isso está nas raízes das guerras, nas raízes da violência e nas raízes das pessoas que odeiam as ideias e crenças diferentes das delas. Com o amor, podemos curar o futuro. " Kim Phuc
" A melhor forma de as mulheres acabarem com as guerras é criar os filhos com valores adequados. Tudo se resume ao que será ensinado às crianças que vão ser homens no futuro." Sinéad O'Connor
" Sou inspirada pela própria vida e por grandes ideais, como justiça, e pela capacidade que esses ideais tem de deflagrar a grandeza em nós. O que traz alegria e inspiração à vida é seu propósito. (...) O humanismo como Ciência me fascina, e é inspirador pensar que indivíduos podem muito bem ser os agentes de qualquer mudança confiável no mundo. A fé e o amor são minhas maiores fontes de inspiração. " Mariane Peral
" Nosso objetivo não pode ser tornar todo mundo como nós, mas criar um mundo em que as pessoas possam viver como realmente querem. " Marie Colvin
Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie
O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo.Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: ‘Você apoia o terrorismo!’". Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e - em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são "anti-africanas", que odeiam homens e maquiagem - começou a se intitular uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens".Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.
“(…) eu estava no meio de uma argumentação quando Okolomo olhou para mim e disse: “Sabe de uma coisa? Você é feminista!” Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele – era como se dissesse: “Você apoia o terrorismo!”.”
“O problema da questão de gênero é que ela prescreve como devemos ser em vez de reconhecer como somos”
Persépolis, Marjane Satrapi
Marjane Satrapi tinha apenas 10 anos quando viu-se obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979, ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita, apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão dos persas. 25 anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que transformou-se, Marjane, emocionou leitores de todo o mundo com sua autobiografia nos quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o popular encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor infiltra-se no drama, e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.
Valentes, Duda Porto de Souza e Aryane Cararo
Das mesmas autoras de Extraordinárias, Valentes é uma obra de referência sobre o tema do refúgio no Brasil.A questão dos refugiados tem ganhado holofotes pelo mundo inteiro, mas o preconceito, a xenofobia, as fake news e o medo frequentemente atrapalham a discussão. Para auxiliar na compreensão desse tema tão complexo e combater a desinformação, as jornalistas Aryane Cararo e Duda Porto de Souza reuniram histórias de vida emocionantes, de pessoas de mais de quinze nacionalidades, que vieram para o nosso país pelos mais variados motivos ― desde dificuldades financeiras até perseguição baseada em raça, religião, nacionalidade, orientação sexual, identidade de gênero ou opinião política ―, todas em busca de um lugar onde pudessem de fato viver.Com uma linguagem acessível, a obra também traça um panorama histórico do refúgio no Brasil e no mundo, apresentando conceitos e dados, e traz infográficos sobre os principais conflitos que geraram esses fluxos migratórios. O resultado é um material humano e sensível, que dá voz a quem precisa ser ouvido e celebra as diferenças que tornam nossa nação tão plural.“A ampla pesquisa e os recortes históricos de Valentes tornam a obra uma referência de informação da causa que nos une: a humanitária.” ― Agência da ONU para Refugiados (ACNUR)
Lute como uma garota
Estamos vivendo novos tempos: a discussão sobre os direitos das mulheres não se concentra mais em grupos específicos e a luta feminista amplia seu debate na sociedade. Da violência contra a mulher à cultura do estupro, uma série de questões é tema de conversa frequentes na mídia e nas redes sociais. Mas como chegamos até aqui? Quem nos ajudou nessa trajetória? "Lute como uma Garota", de Laura Barcella, reúne o perfil de figuras importantes da militância feminista, abrangendo as pioneiras do século XVIII e as estrelas pop dos dias de hoje, como Frida Khalo, Simone de Beauvoir, Oprah Winfrey e Madonna. E o livro não deixa de fora os nomes essenciais da luta no Brasil: em 15 perfis, com nomes como Djamila Ribeiro e Clarice Lispector, a jornalista Fernanda Lopes traz ao público um pouco de nossa história. Com ilustrações, prefácio de Mary Del Priore e apresentação de Nana Queiroz, Lute como uma Garota mostra a força dessas mulheres.
" Celebrar o passado é responsabilidade de quem está comprometido com a construção do futuro. Essas mulheres sofreram, e seu sofrimento é hoje o nosso festejo para podermos nelas nos inspirar. Elas são as artistas que souberam transformar suas lamúrias em conquistas. E nos dizem, nas páginas desse livro: você também pode ser heroica. Porque ser um mulher que transforma o mundo, hoje, não exige nada menos que heroísmo. "
Lute como uma garota é uma compilação de minibiografias de 60 mulheres que, de alguma forma, lutaram e ainda lutam para que tenhamos direitos e para que os mesmos sejam respeitados. Dessas 60 mulheres, 15 são brasileiras. De maneira eclética, nessa lista democrática desfilam mulheres europeias, orientais, do Oriente Médio e latinas. Pobres e de famílias abastadas. Negras, loiras, amarelas, mulatas. Cantoras, atrizes, médicas, ativistas sociais, escritoras, professoras, advogadas e com pouca escolaridade. Mulheres.
Sobre a Escrita, Stephen King
Com uma visão prática e interessante da profissão de escritor, incluindo as ferramentas básicas que todo aspirante a autor deve possuir, Stephen King baseia seus conselhos em memórias vívidas da infância e nas experiências do início da carreira: os livros e filmes que o influenciaram na juventude; seu processo criativo de transformar uma nova ideia em um novo livro; os acontecimentos que inspiraram seu primeiro sucesso: Carrie, a estranha. Pela primeira vez, eis uma autobiografia íntima, um retrato da vida familiar de King. E, junto a tudo isso, o autor oferece uma aula incrível sobre o ato de escrever, citando exemplos de suas próprias obras e de best-sellers da literatura para guiar seus aprendizes. Usando exemplos que vão de H. P. Lovecraft a Ernest Hemingway, de John Grisham a J. R. R. Tolkien, um dos maiores autores de todos os tempos ensina como aplicar suas ferramentas criativas para construir personagens e desenvolver tramas, bem como as melhores maneiras de entrar em contato com profissionais do mercado editorial. O livro também não deixa de lado as memórias e experiências do mestre do terror: desde a infância até o batalhado início da carreira literária, o alcoolismo, o acidente quase fatal em 1999 e como a vontade de escrever e de viver ajudou em sua recuperação. Ao mesmo tempo um álbum de memórias e uma aula apaixonante, Sobre a escrita irradia energia e emoção no assunto predileto de King: literatura. A leitura perfeita para fãs, escritores e qualquer um que goste de uma história bem-contada. Eleito pela Time Magazine um dos 100 melhores livros de não ficção de todos os tempos e vencedor dos prêmios Bram Stoker e Locus na categoria Melhor não ficção, "Sobre a Escrita" é uma obra extraordinária de um dos autores mais bem-sucedidos de todos os tempos, uma verdadeira aula sobre a arte das letras.
“A escrita não é para fazer dinheiro, ficar famoso, transar ou fazer amigos. No fim das contas, a escrita é para enriquecer a vida daqueles que leem seu trabalho, e também para enriquecer sua vida. A escrita serve para despertar, melhorar e superar. Para ficar feliz, ok? Ficar feliz. “
Lady Killers: Assassinas em série, Tori Telfer
As mulheres mais letais da história em uma edição igualmente matadora.
Quando pensamos em assassinos em série, pensamos em homens. Mais precisamente, em homens matando mulheres inocentes, vítimas de um apetite atroz por sangue e uma vontade irrefreável de carnificina. As mulheres podem ser tão letais quanto os homens e deixar um rastro de corpos por onde passam — então o que acontece quando as pessoas são confrontadas com uma assassina em série? Quando as ideias de “sexo frágil” se quebram e fitamos os desconcertantes olhos de uma mulher com sangue seco sob as unhas?
Prepare-se para realizar mais uma investigação criminal ao lado da DarkSide® Books e sua divisão Crime Scene®. Esqueça tudo aquilo que você achava que sabia sobre assassinos letais — perto de Mary Ann Cotton e Elizabeth Báthory, para citar apenas algumas, Jack, o Estripador ainda era um aprendiz.
Inspirado na coluna homônima da escritora Tori Telfer no site Jezebel.com, Lady Killers: Assassinas em Série é um dossiê de histórias sobre assassinas em série e seus crimes ao longo dos últimos séculos, e o material perfeito para você mergulhar fundo em suas mentes. Com um texto informativo e espirituoso, a autora recapitula a vida de catorze mulheres com apetite para destruição, suas atrocidades e o legado de dor deixado por cada uma delas.
Ano: 2019
Idioma: português
Editora: DarkSide
A coragem de um sobrevivente do holocausto
Todos nós podemos escapar à prisão da nossa própria mente e
encontrar a liberdade, não importam as circunstâncias
Edith Eger era uma bailarina de 16 anos quando o Exército alemão invadiu seu vilarejo na Hungria. Seus pais foram enviados à câmara de gás, mas ela e a irmã sobreviveram. Edith foi encontrada pelos soldados americanos em uma pilha de corpos dados como mortos.
Mesmo depois de tanto sofrimento e humilhação nas mãos dos nazistas, e após anos e anos tendo que lidar com as terríveis lembranças e a culpa, ela escolheu perdoá-los e seguir vivendo com alegria. Já adulta e mãe de família, resolveu cursar psicologia.
Hoje ela trata pacientes que também lutam contra o transtorno de estresse pós-traumático e já transformou a vida de veteranos de guerra, mulheres vítimas de violência doméstica e tantos outros que, como ela, precisaram enfrentar a dor e reconstruir a própria vida.
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Boy Erased, Garrard Conley
Em seu elogiado livro de estreia, Garrard Conley revisita as memórias do doloroso período em que participou de um programa de terapia baseado no estudo da Bíblia que prometia “curá-lo” de sua homossexualidade.
Filho de um pastor da Igreja Batista e criado em uma cidadezinha conservadora no sul dos Estados Unidos, aos 19 anos Garrard foi convencido pelos próprios pais a apagar uma parte de si. Em uma tentativa desesperada de agradá-los e de não ser expulso do convívio da família, ele quase se destruiu por completo, mas encontrou forças para buscar sua identidade e hoje é ativista contra as terapias de conversão.
Tocante e inspiradora, a história do autor é um acerto de contas com o passado, um panorama complexo das relações dele com a família, com a fé e com a comunidade. O livro é o testemunho dos traumas e consequências de se tentar aniquilar parte essencial de um ser humano.
Querido Mundo, Bana Alabed
O relato surpreendente de uma menina síria em meio aos horrores da guerra. Aos 3 anos de idade, Bana Alabed tinha uma infância feliz que foi interrompida abruptamente por uma guerra civil. Durante os quatro anos seguintes, Bana viveu em meio a bombardeios, destruição e medo.Querido mundo
Sua provação angustiante culminou em um cerco brutal em que ela, seus pais e os dois irmãos mais novos ficaram presos em Aleppo, com pouco acesso a comida, água, medicamentos e outras necessidades básicas. Com o potencial revolucionário da Internet, Bana, em um gesto simples, mas inédito, usou o Twitterpara pedir paz e mobilizar pessoas ao redor do mundo pelo mesmo intuito.
Contendo palavras da própria Bana e cartas comoventes de sua mãe, Fatemah, Querido Mundo não é apenas um relato envolvente de uma família ameaçada pela guerra — o livro oferece, também, uma perspectiva únicasobre uma das maiores crises humanitárias da história, vista pelos olhos de uma criança. Bana perdeu sua melhor amiga, a escola onde estudava e seu lar. Mas não perdeu a esperança — com relação a si mesma e às outras crianças ao redor do mundo, vítimas e refugiadas de guerra que são dignas de vidas melhores.
Ano: 2018
Idioma: português
Editora: Best Seller
“ Isto vai acabar logo.”
Renato Aragão do Ceará Para o Coração do Brasil, Rodrigo Fonseca
Quem é esse homem batizado Antonio Renato Aragão? Quem é esse artista que há cinco décadas, no cinema e na TV, faz gerações e gerações de brasileiros sorrirem? E o que faz Renato Aragão, aos 82 anos, acreditar que “ainda há muito a fazer”?
Em um dos textos de apresentação de Renato Aragão: Do Ceará para o coração do Brasil , o próprio artista toma a palavra e se dirige ao leitor para dizer: “Este livro é uma forma de saciar a curiosidade que as pessoas... possam ter sobre o percurso que venho fazendo... Bom, esta é uma viagem para dentro de mim. Uma viagem feita de saudades, memória e muita gratidão.”
Rodrigo Fonseca, roteirista e crítico de cinema, é quem nos conduz ao longo desta grande e bela viagem pela vida e alma de Renato Aragão. Baseado nas memórias do artista e em meticulosa pesquisa, o autor nos conta a trajetória de Aragão desde o nascimento em Sobral, no Ceará, em 1935, até o momento em que o criador do Didi assiste ao lançamento da nova geração de Os Trapalhões , em 2017.
Ricamente ilustrado, o livro conta ainda com uma seção de depoimentos de diversas personalidades, tais como: Caetano Veloso, Fernanda Montenegro, Maria Bethânia, Dedé Santana, Cacá Diegues, Daniel Filho, José Padilha, entre tantos outros.
5/5 estrelas




































